Não existe atalho se você quer saber tudo sobre marketing. Prepare-se, aí vão dez livros sobre marketing capazes de deixá-lo mais afiado que facas Ginsu.
Ultimamente o tempo anda escasso, principalmente para escrever reviews de livros, que é uma ideia antiga que tenho para o blog. Então mando agora minha cesta de livros sobre marketing, com títulos lidos e alguns que ainda preciso ler.
Assim você pode ver de uma só vez uma coletânea dos principais livros sobre marketing que acabam povoando meus pensamentos e gerando novas ideias, das quais muitas eu compartilho com você através do blog e do fórum.
Os 8 Ps do Marketing Digital
O marketing digital fincou os pés no futuro, agora, mais do que nunca, empreendedores precisam estar preparados e ter domínio prático sobre as táticas descritas neste livro. Essencial a todo inovador que tem a internet como parte integrante de suas estratégias de marketing e quer usá-la como ferramenta de negócios.
A estratégia do oceano azul
Os autores deste livro estudaram 150 ganhadores e perdedores em 30 indústrias diferentes e viram que explicações tradicionais não explicavam o método dos ganhadores. O que eles acharam é que empresas que criam novos nichos, fazendo da concorrência um fator irrelevante, encontram um outro caminho para o crescimento.
Marketing 3.0
Philip Kotler, o mais influente pensador da área de marketing, mostra porque o futuro do marketing está em criar produtos, serviços e empresas que inspirem, incluam e reflitam os valores de seus consumidores. Ele também explica o futuro do marketing e porque a maioria dos profissionais está presa ao passado.
A revolução das mídias sociais
O autor deste livro mostra os diferentes tipos de mídias sociais de acordo com o foco de atuação. Aponta a importância de se desenvolver uma estratégia para a captação e utilização dos poderes das redes. O livro ainda conta com um capítulo sobre marketing político digital e uma lista das principais referências digitais no Brasil.
A bíblia do marketing digital
“A Bíblia do Marketing Digital” é um guia prático para que se possa entender como utilizar a Internet para os negócios e implementar ações de marketing, comunicação e publicidade on-line. Aborda as principais estratégias, ações, ferramentas e mídias presentes na web, além de incluir roteiros práticos para uso no dia-a-dia.
Marketing de A a Z
Este livro aborda os conceitos básicos de marketing que todo o profissional precisa saber sobre marketing. Conheça os 80 conceitos considerados de importância crítica, num formato acessível e oferecidos ao profissional de marketing, ou ao leitor que deseja atualizar seus conhecimentos sobre as idéias essenciais.
Blog Marketing
O renomado consultor de blogging Jeremy Wright explica como e por que empresas de todos os tipos blogam, e revela estratégias para interagir efetivamente com seus clientes. Mostra como o autêntico feedback dos clientes pode inspirar estratégias de marketing potencialmente novas, idéias de produto inovadoras que transformarão seus negócios.
Blog Corporativo
Livro do Fábio Cipriani, explora os ganhos e as armadilhas que o uso de blogs, para comunicação interna ou com clientes, traz para empresas e negócios. Esta obra discute também como os blogs já existentes podem servir como base para os planejamentos estratégicos de produtos e serviços de forma clara e objetiva.
Estratégia em Mídias Sociais
A estratégia apresentada neste livro vai ajudar sua empresa encontrar o caminho neste novo mundo, mas também vai quebrar a visão estrita em marketing, quebrar a ideia de que essa moda vai passar, quebrar a assertiva de “que a minha empresa não se encaixa nesse contexto” e quebrar o paradoxo das redes sociais que está em você.
Google Adsense
Qualquer editor, mesmo com pouca experiência na web, poderá transformar seu site ou blog em uma nova e permanente fonte de renda. Entre outras coisas, você poderá; conhecer o funcionamento do sistema de gerenciamento de anúncios do Google AdSense; Selecionar um tema e montar um conteúdo que atraia muitos visitantes e muito mais.
Esta lista de livros sobre marketing não segue ordem de predileção ou importância ou qualquer outra ordem. Os livros foram inseridos aleatoriamente, de acordo com que fui me lembrando dos títulos.
Boa leitura!
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Sobre marketing: dez livros que você não pode deixar de ler, 4.7 out of 5 based on 6 ratings
Montar uma empresa não diz respeito apenas a papelada e a estrutura. Descubra o mapa de competências para uma gestão de negócios eficiente. Download de graça!
Competência para gestão de negócios. A dúvida mais comum entre os empreendedores que pretendem montar uma empresa é; Por onde começar? É só ter uma idéia para ganhar dinheiro e pronto?
Há cerca de 20 anos eu me fiz essa pergunta, mas na época não consegui a resposta assim tão fácil como você está fazendo agora. Digamos que comecei pelo meio e paguei o preço.
Com organização e tempo, acha-se o segredo de fazer tudo e bem feito. Pitágoras.
O tempo ensina o que é necessário para quem aprende sozinho. O problema é que autodidatas acabam perdendo a direção. Onde começa e termina o assunto do estudo? Quais as competências necessárias?
Leve o mapa e dirija sua empresa
Você já sabe que sou fã de métricas. Através delas é possível crescer, evoluir e também funciona bem com o conhecimento. Medir ajuda a direcioná-lo ao lugar certo e evita qualquer chance de andar para trás.
O Sebrae disponibilizou há alguns anos, um mapa de competências para gestão de negócios, excelente para nortear o empreendedor iniciante e manter na rota o empreendedor veterano.
Transformei ele em um sistema de análise mensal do conhecimento utilizando uma planilha do Excel, que estou disponibilizando aqui de graça para seu próprio uso e diversão. Me ajudou e pode ajudar você.
O sistema métrico é baseado em notas de 0 (zero) a 10, onde 0 (zero) é sem domínio do assunto, 2 é domínio basico, 6 domínio médio e 10 domínio pleno. É uma auto-avaliação, então não vale roubar.
Você descobrirá que domínio pleno não existe. Há sempre mais para aprender. Busque sempre novos livros e fontes.
Vou listar todas as competências com indicações sobre o assunto. Coisa que não há no planilha do Excel disponível para download.
Competências técnicas
Estas competências levam tempo. Só experiência não basta para elas, será preciso estudo contínuo. Transforme o gráfico do Excel em um hábito mensal e procure informações em livros, filmes, concorrentes, etc… Não tenha pressa e faça com prazer.
Há links para assuntos dos quais já abordei no blog.
Formação do preço - É o domínio de como estruturar os preços dos produtos considerando os custos e a margem de lucro.
Controles financeiros - Diz respeito à análise financeira da empresa, por meio de instrumentos de controle, previsão e análise do caixa.
Comercialização - Trata do conhecimento sobre as diversas formas de disponibilizar um produto no mercado.
Competências comportamentais
Minhas preferidas, as competências comportamentais funcionam muito bem quando se tem elas na personalidade. Isso não significa que não possam ser aprendidas com um pouco de disciplina. Os livros mais famosos figuram nesta área e é fácil conseguir boa informação.
Estas competências são as pernas para qualquer negócio. São elas que movem a empresa, são o motor e quanto mais aprofundamento nesta área, mais potência a empresa terá. Também são as competências mais degastantes, requerem mais energia do empreendedor.
Associativismo – Diz respeito à cooperação entre empresas, à união para se fortalecer em conjunto e ao esforço coletivo para geração de trabalho e renda.
Sócios empresariais - Diz respeito ao conhecimento sobre o conceito e à caracterização da sociedade, papel e comunicação dos sócios.
Gestão de pessoas – Diz respeito à seleção dos colaboradores, como estimulá-los e gerir os recursos humanos.
Análise do mercado - Trata da visão da oportunidade de um negócio se concretizar no mercado, considerando os consumidores, a concorrência e os fornecedores.
Busca de recursos financeiros - Trata-se de como captar recursos no mercado.
Contabilidade – Trata do conhecimento de informações contábeis que possibilitem a tomada de decisões gerenciais.
Qualidade – Abrange a compreensão dos conceitos de qualidade, planejamento estratégico, ambiente, processos e o comportamento das pessoas para a qualidade.
Aumente a produtividade e segurança em seu ambiente de trabalho aplicando o programa 5Ss. Veja as fotos de como aplicam o conceito 5Ss na fábrica da Toyota
Imagem aérea da fábrica da Toyota no Japão.
O que é o Programa 5Ss? O Programa 5Ss é uma filosofia de trabalho que busca promover a disciplina na empresa através de consciência e responsabilidade de todos, de forma a tornar o ambiente de trabalho agradável, seguro, produtivo e eficiente.
O Programa recebeu esse nome devido às iniciais das cinco palavras japonesas que sintetizam as cinco etapas do programa
Seiri (senso de utilização/descarte)
Seiton (senso de ordenação)
Seiso (senso de limpeza)
Seiketsu (senso de saúde/higiene)
Shitsuke (senso de autodisciplina)
Senso de Utilização. Também conhecido como arrumação ou descarte, este senso ensina a separar o que utilizamos do que não necessitamos e não usamos. Manter somente os materiais e ferramentas essenciais para o trabalho que está sendo realizado, descartando o inútil. Vale a pena ressaltar que descartar não necessariamente significa jogar fora, e sim que não tem utilidade para aquele local no momento.
Benefícios:
Descarte dos materiais desnecessários;
Localização rápida de objetos;
Local de trabalho mais agradável visualmente.
Senso de Ordenação. Cada material tem seu lugar. Refere-se a disposição de materiais ou pesquisa de layout, objetos e ferramentas devem ficar em uma ordem que permita manter o fluxo de trabalho. O processo deve ser feito para evitar movimentos desnecessários. No Brasil também é conhecido por sistematização ou arrumação e é o que mais causa impacto no gerenciamento visual.
Senso de Limpeza. Também é chamado de senso de inspeção, zelo e respeito. Prega que a melhor forma de limpar é não sujar. A limpeza nas empresas japonesas é uma atividade diária, ao fim do dia de trabalho tudo é limpo e guardado em seus devidos lugares. Também diz respeito ao estado físico dos materiais, por exemplo, uma sala com sofá rasgado ou uma parede mal pintada não é considerada limpa.
Senso de Saúde. Senso para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Nele são praticados todos os sensos anteriores, na vida pessoal e no ambiente. Pode ser encontrado no Brasil com nomes como: padronização, higiene, asseio ou aperfeiçoamento.
Melhoria das áreas comuns (sanitários, refeitórios);
Condições de trabalho favoráveis à saúde.
Senso de Autodisciplina. Uma vez que os sensos foram implantados transformam-se numa nova maneira de trabalhar, não permitindo o regresso. Refere-se a manutenção e revisão dos padrões para reter as novas habilidades de fazer as coisas certas usufruindo dos benefícios obtidos. Incorpora as atividades do 5s à rotina diária das pessoas na empresa por meio da padronização.
5S: Painel para explicar os processos de montagem e orientar pessoas
5S: Linha de montagem com luvas brancas, sinais luminosos que indicam problemas e ferramentas mais utilizadas estrategicamente dispostas.
5S: Escritório com os móveis sobre rodinhas e funcionários trabalhando em pé, as cadeiras ficam no fundo da sala apenas para o descanso.
5S: Refeitório planejado para manter os padrões 5S. Mesas com rodinhas, cadeiras fixas para ficarem embaixo da mesa, chão demarcado e muito limpo.
5S: Sala de reunião com cadeiras e mesas codificadas para ficarem sempre juntas.
5S: Sala de treinamento. Rodinhas nos móveis e suporte para material de treinamento ao fundo.
5S: Tudo tem seu lugar, organizado e demarcado. Aqui também podemos ver o uso das rodinhas nos móveis para facilitar mudanças e limpeza.
5S: Piso demarcado com fitas adesivas coloridas. Cada cor tem uma função diferente. Tudo é diposto sobre estruturas com rodinhas.
5S: Quadro de gestão preenchido a mão com adesivos coloridos. Os adesivos são úteis para manter a padronização do preenchimento.
5S: Matriz de habilidades requeridas para desempenhar funções do setor. Comunicação de fácil entendimento em local público.
5S: Dispositivo para limpar os sapatos antes de entrar na fábrica. O japoneses têm a filosofia de que o lugar mais limpo não é aquele que se limpa sempre, mas aquele que menos se suja. Todos são obrigados a limpar os pés antes de entrar.
5S: Material de limpeza em suporte com rodinhas e demarcado. Cada coisa tem um lugar certo. Veja marcação no chão e em cada um dos itens de limpeza.
5S: Material de limpeza local, também demarcado. O 5S é aplicado em todo lugar. Isso faz parte da cultura e disciplina japonesa.
Uma coleção de ideias para você se inspirar e aproveitar as épocas de movimento na sua empresa fazendo aquela promoção diferente, mas sem gastar fortunas para isso.
A empresa alemã Eichborn decidiu utilizar moscas para fazer seu buzz marketing ‘contratando-as’ para carregarem micro-banners e assim se promover na famosa Feira de livros de Frankfurt deste ano.
Uma ação simples, barata e ousada. A mosca é a representação do seu mascote e utilizá-las como garotas propaganda gerou muito burburinho, positivo e negativo. Mas quem está na chuva é para se molhar não é? Eles arriscaram, petiscaram e conseguiram voar longe com suas moscas.
Quem tem uma marca está abrindo seus próprios pontos de venda, como a Nike, nos EUA. E quem trabalha só com o comércio está procurando ter a sua própria marca. As vantagens são várias, como especialização, fortalecimento da marca e custo menor para o consumidor. O Brasil ainda conta com poucas marcas próprias, concentradas mais na área de alimentos, onde empresas como a Liotécnica dão a seus produtos o nome que você quiser, mas se você tem uma seguradora, por exemplo, pode fazer band-aids com sua marca.
Marketing de baixo custo abre portas
Uma empresa americana de software queria anunciar um produto voltado para o ofício dos chaveiros, mas não tinha lá muito dinheiro para investir. Tiveram a ideia de distribuir uma versão do software nas escolas de chaveiros e associações profissionais. As escolas usaram-no em treinamentos e cursos e o recomendaram para seus alunos, as associações distribuíram alguns exemplares como parte de uma promoção. Que tal doar amostras para as pessoas certas?
Marketing nas alturas com os clientes certos
A HP descobriu uma ótima maneira de atingir seus clientes e prospects. Os passageiros da primeira classe da American Airlines contam com os “centros da HP”, onde usufruem de fax, impressoras e equipamentos para acessar a internet de dentro do avião. Uma ótima forma de fazer a marca conhecida por altos executivos. Faça o mesmo com empresas aéreas ou de ônibus que, com o aumento da concorrência, estão atrás de novos serviços para o consumidor.
Marketing policial salva vidas com doce
A polícia de Oregon adquiriu 25.000 pacotinhos da pastilha Lifesaver (“Salva-vidas”) para distribuir aos motoristas que usam cinto de segurança. O slogan da campanha: “Lei do cinto de segurança de Oregon: um Lifesaver”.
Marketing e pesquisa é com o McCafé
Se você não conhece seus consumidores, pode estar perdendo dinheiro. Um exemplo é o McDonald’s francês. Depois que descobriu que 26% dos a jovens franceses tomam seu café da manhã na rua, o McDonald´s passou a oferecer a opção de café da manhã. A idéia também foi implantada no Brasil, onde as redes em São Paulo já vendem de seis a sete mil cafezinhos por dia. Aprenda com o McDonald´s e faça um favor ao seu bolso: pesquise o mercado.
Medindo a satisfação com marketing
Para medir o grau de satisfação de cada cliente e obter informações para fazer determinadas mudanças, as lojas Renner do Rio Grande do Sul desenvolveram um aparelho chamado “encantômetro”. Ao sair da loja, o cliente se depara com um semáforo, com três botões. Ele aperta o botão que melhor descreve sua opinião sobre os serviços da loja: muito satisfeito, satisfeito ou insatisfeito. A idéia é tão boa que já foi exportada. A rede americana Sears copiou o aparelho gaúcho para suas lojas.
Pensar como seu consumidor faz bem
Sempre é possível melhorar seu produto ou serviço. É só pensar um pouco como consumidor. Por exemplo, o fabricante de açúcar Guarani lançou uma nova embalagem que substitui o açucareiro doméstico. O produto apresenta tampa dosadora que evita o desperdício e protege o produto, mesmo depois de aberto.
Invista em mídia animal
Durante as Olimpíadas, nas provas de hipismo, podemos acompanhar cavalos com os nomes de Benetton ou o brasileiro Ariscafé Aspen. Isto sem falar na cadela Manchetinha que pertencia a Adolph Bloch. No caso Olímpico é uma maneira esperta de escapar das rígidas medidas antipropaganda dos jogos. No caso da cachorrinha, é uma forma simpática de propaganda gratuita. De qualquer forma, abre inúmeras possibilidades de publicidade em desfiles de kennels clubs, Exposição de Pássaros, Zoológicos, etc…
Marketing da lata faz sucesso
Após o sucesso das latas de cerveja com escudos de times de futebol e escolas de samba, o empresário Cláudio Nogueira, da Golden Lion Comercial, oferece latas personalizadas para qualquer público. Empresas, bares, hotéis e restaurantes podem ter sua própria e exclusiva cerveja. Isso pode ser feito até em aniversários e casamentos – caso em que a foto do aniversariante ou dos noivos é impressa na embalagem .
Faça marketing em midias alternativas
Ideias criativas não podem ficar na gaveta por medo, faça testes. Por exemplo, faça ioiôs com o nome da sua empresa: é um cartão de visitas realmente diferente. Outra ideia maluca para conseguir midia alternativa é fazer acordos com empresas de mudança: alugue espaços nos caminhões deles, com isso terá um outdoor móvel de grande visibilidade.
Empreendedores começando seus negócios próprios ou com empresas já constituídas também precisam de currículo vitae atualizados, entenda porque.
Quando um funcionário começa a pensar em deixar de empreender em seu emprego e inicia o processo de empreendedorismo em seu negócio próprio, pode pensar que nunca mais precisará utilizar seu currículo. Afinal, currículo é pra quem quer emprego, não é mesmo?
Ledo engano.
O currículo é um termômetro de como andam suas qualificações, e pode ser utilizado para outros fins que não apenas o de conseguir uma entrevista de emprego, na empresa de alguém.
Certamente, aquele que abre uma empresa terá suas habilidades e competências testadas ao máximo, a fim de conseguir o sucesso e não terminar chorando o leite derramado.
O aprimoramento das faculdades do empreendedor deve ser mantido continuamente, assim como a documentação das novas habilidades e experiências conquistadas.
Existem dois cenários em que um currículo simples e atualizado pode ajudar o empreendedor/empresário. No pior deles, pode ser necessário dar um passo atrás e voltar a um trabalho como funcionário, e no melhor, o currículo pode ajudar a conseguir dinheiro.
Currículo como estratégia de negócio
Agora você pode estar se perguntando, como um currículo pode trazer dinheiro a um empreendedor!? Porém, por mais incrível que pareça, ele pode ser um elemento fundamental para conseguir isso. Tê-lo pronto e atualizado é estratégia de negócio.
Conseguir dinheiro, seja de bancos, amigos ou investidores é trabalho para outro documento importante que o empreendedor deve manter, o Plano de Negócios. Acontece que os investidores analisam, além do Plano de Negócios, os documentos complementares que vão com ele.
Não por coincidência, um dos documentos anexos ao Plano de Negóciosé justamente o currículo do empresário e acredite, ele pode ter grande influência em como outras pessoas vêem seu negócio atual, ou como ele poderá ser no futuro. As qualificações dos empresários são fundamentais para o sucesso.
Aproveite os modelos de currículo, disponibilizados nos seguintes artigos:
»Modelos de curriculum grátis, para download ou envio por e-mail. Um bom currículo é fator decisivo para o sucesso. Use os modelos de curriculum e evite os erros mais comuns na confecção deste importante documento.
»Opção de modelo de currículo simples, com foto para diferenciar. A competição no mercado é grande e um currículo bem feito pode ser decisivo para alcançar seus objetivos. Aprenda a diferenciar seu curriculum vitae sem perder a qualidade.
Trazer à tona o talento oculto das pessoas que trabalham na sua empresa/equipe é um diferencial competitivo importante que deve ser levado em consideração.
Susan Margaret Boyle é a cantora escocesa de 47 anos que ganhou fama internacional depois de cantar ”I Dreamed a Dream” do musical Os Miseráveis no programa “Britain’s got talent”, para uma plateia incrédula de seu talento.
Paul Potts foi o vencedor da primeira série do concurso de talentos. Ele cantou maravilhosamente bem uma ária de ópera e também conseguiu surpreender o juri, já que sua atividade na época era vender celulares.
O que eles têm em comum? Ambos são supertalentosos e ninguém dava uma bala chupada por eles. (Veja o vídeo legendado dos melhores momentos de Susan e Paul no fim do post)
Trouxe estes dois exemplos dramáticos para exemplificar o que acontece nas empresas todos os dias. Donos, chefes e gerentes estão sempre buscando por talentos, mas esquecem de olhar em volta.
Descubra quais os talentos ocultos dos integrantes atuais da sua equipe e traga-os à tona! Fazer isso é muito mais fácil e econômico que procurar somente da porta para fora e ainda funciona como biotônico motivacional.
Por que sempre existirão talentos ocultos
O talento de alguém nem sempre consegue manifestação em sua atuação profissional e são muitos e variados os motivos para isso acontecer. Por exemplo, uma pessoa pode:
Os motivos são fundamentalmente humanos e por isso podem fugir dos aspectos lógicos. O talento das pessoas nasce da fluência das habilidades físicas, emocionais e por último racionais.
As pessoas talentosas nem sempre se reconhecem como tal, simplesmente porque desenvolvem determinada atividade tão naturalmente que imaginam ser assim para todos.
Como descobrir o talento oculto de alguém
É mais fácil descobrir os detalhes dos talentos da sua equipe atual, que de uma pessoa de fora, pelo tempo que se tem disponível. Quando fazemos o recrutamento e seleção de profissionais essa análise também entra na equação, porém por critérios mais superficiais (e rápidos).
Experimente perguntar coisas como:
Quem é você fora da empresa?
Por qual atividade você é apaixonado?
Qual é o seu assunto preferido?
Qual atividade você tem por hobby?
O quê pretende estar fazendo daqui 5 anos?
Essas perguntas não devem ser feitas em tom de entrevista, muito menos na sequência. Procure ambientes descontraídos e se possível fora da empresa. Caso contrário receberá respostas pré-fabricadas, tente extrair as respostas de maneira espontânea com o tempo.
Depois meu caro, basta dar uma oportunidade. Faça um teste!
O talento oculto de um motorista sonolento
Li em uma revista a história de um motorista de empresa que tirava sonecas enquanto esperava entre uma corrida e outra. Um dia um executivo começou a bater ‘papo furado’ com o motorista, durante uma viagem, e descobriu que ele já tinha morado na China!
O executivo resolveu testar o talento oculto do motorista. Aguardou o dia certo e pediu para ele esperar na sala de reunião enquanto seu grupo de executivos conversava com compradores chineses e ele, meio sonolento, ficou aguardando perto da porta e escutando tudo.
No intervalo o executivo perguntou se o motorista tinha entendido o que os chineses confabulavam entre eles (em sua língua nativa) durante a negociação.
Para surpresa de todos o motorista lhes disse que se baixassem o preço até determinado valor os chineses comprariam. Acontece que esse valor era muito acima do valor mínimo que eles iam propor. Resultado? O Talento oculto do motorista economizou uma bolada.
Talento era o dinheiro na Grécia antiga. Para mim, continua sendo.
Não há problema em ficar indeciso de vez em quando. Apenas use estas dicas para não adiar decisões indefinidamente, diante das múltiplas escolhas que aparecem pelo caminho.
Vivemos na era das escolhas, uma época em que para comprar uma pasta de dentes no supermercado é preciso se perguntar se quer combater cáries ou tártaro, se quer refrescar o hálito, branquear os dentes ou decidir se vale a pena uma combinação de todas as opções em relação ao custo benefício.
Comprar uma simples pasta de dentes hoje em dia pode ser complicado o suficiente para nos mandar direto ao corredor dos doces, para não desanimar antes de decidir. Portanto, se você sofre de indecisão ocasionalmente, tenha certeza de que não está sozinho.
De fato, sua confusão pode ser um sinal de uma mente muito criativa. O bloqueio mental que todos nós experimentamos de vez em quando, afligiu grandes pensadores como Santo Agostinho e Sócrates, cuja imaginação vislumbrou infinitas variações e novas oportunidades.
Os métodos para decidir qualquer coisa
Os filósofos contemporâneos têm desenvolvido uma ciência para superar a indecisão, os princípios gerados por eles são utilizados por grandes corporações e até pelo governo para decidir qualquer coisa. Desde como contratar funcionários até como investir o dinheiro.
Sendo assim, podemos seguramente aplicar os mesmos métodos para resolver situações do nosso cotidiano.
As pessoas têm medo de tomar decisões, porque estão tentando encontrar a resposta perfeita, e não há resposta perfeita”, diz Gary Klein, autor de Fontes de Energia: Como as pessoas tomam decisões, para o qual entrevistou bombeiros, enfermeiros e outros que são pagos para tomar decisões em poucos segundos.
As pessoas costumam tomar decisões de duas maneiras: Elas analisam os prós e contras, ou acessam suas intuições viscerais. Na psicologia e revistas de negócios, escritores que você acha que tem coisas melhores para fazer gastam galões de tinta discutindo sobre qual abordagem é melhor. Klein recomenda uma combinação desses métodos, nesta ordem:
Entre em contato com sua intuição. Depois de analisar os prós e contras, a sua mente racional irá afogar a sua intuição. A definição de intuição é tida como o acumulo de experiência convertida em um flash de raciocínio ultra rápido. Se uma nova oportunidade de negócio se apresenta é possível refletir de acordo com as reações das pessoas envolvidas. Mesmo um pouco de linguagem corporal pode incutí-lo de algum desconforto como um alerta para não comprar a ideia.
Para descobrir o seu ponto de vista intuitivo, você ainda pode jogar uma moeda. Não para tomar a decisão por você, mas para que você possa registrar sua reação visceral. Como você se sente quando uma opção é descartada? Se você se sentir desapontado, pergunte-se porquê.
Abra as opções e analise cada uma. Fazer pesquisa é obviamente muito importante, mas às vezes o medo de errar pode fazê-lo investigar indefinidamente, prejudicando sua produtividade. Por outro lado, o anseio do alívio de tomar uma decisão pode fazer com que sinta que já fez o suficiente muito cedo. Sem exageros, faça um brainstorm e analise um monte de opções. Pense criativamente sobre como combinar as melhores partes de cada opção que surgir.
Descarte medos vagos, como “Pode ser um erro”, em vez disso tente imaginar um cenário específico. Pergunte-se concretamente sobre os possíveis resultados: Qual é o pior que poderia acontecer? O que eu faria então? Eu poderia viver com isso? Na medida do possível procure vivenciar ou experimentar as opções.
Abandone a ideia de escolha perfeita. Você não pode obter todas as informações, nem pode prever o futuro e calcular todos os riscos. “Quanto mais difícil for tomar uma decisão, mais próximos são os resultados das opções o que torna essa decisão menos importante”, diz Klein. “Se você está agonizando sobre diferentes balneários no Havaí, você está sofrendo a toa. Nunca há uma garantia de que você está tomando a decisão certa. Basta aceitar isso.”
Confie em si mesmo. Melhore a sua intuição, examinando suas decisões depois que você já as tomou. Olhe se você o faria da mesma forma novamente. Aprenda e aprimore suas próximas decisões.
Com um mapa mental você pode criar, melhorar e integrar suas idéias, assim como agregar idéias de terceiros.
Qual era a pergunta mesmo? Sobre o que eu estava falando?
Quando uma confusão mental acontece em ambiente informal é até legal. Geralmente engraçado. Mas quando um esquecimento ou confusão mental ocorre durante uma palestra, o que a platéia recebe é a mensagem de um palestrante fraco ou meio burro. Péssimo hein?
Em qualquer tarefa, pode até ser um churrasco, também é comum:
Ter uma boa idéia e esquecer
Complicar uma idéia simples
Não conseguir ser criativo
Limitar uma idéia apenas a sua opinião
Demorar para fazer planejamento
Ter idéias desconexas e desordenadas
Saltar passos importantes
Repetir tarefas desnecessariamente
Corpo no automático enquanto a mente pensa
Aprender devagar, devagarinho
Coisas assim acontecem em mentes bombardeadas por idéias e pensamentos. Algumas idéias tornam-se tão complexas que literalmente falta memória para conectar tudo. Como resolver isso?
Memória de Johnny Mnemonic
O mapa mental é uma técnica que melhora o processo de anotar e organizar idéias, de maneira a ampliar a criatividade.
Foi sistematizado pelo inglês Tony Buzan no fim dos anos 60 e é utilizado hoje por milhões de pessoas para:
Compreensão e solução de problemas
Memorização e aprendizado
Criar manuais, livros e palestras
Auxílio na gestão estratégica de empresas
Concatenar idéias de diferentes fontes
Gestão de informações
Gestão do conhecimento
Gestão do capital intelectual
Mapas mentais têm maneiras interessantes de transformar uma idéia medíocre em coisa de gênio. Um mapa mental pode ampliar a criatividade utilizando principalmente duas técnicas:
Promovendo a utilização dos dois lados do cérebro
Possibilitando a integração de opiniões de terceiros
Outra vantagem dos mapas mentais é que quando colocamos as idéias em um diagrama, não precisamos mais manter o cérebro processando essa informação. Temos mais memória livre.
Por incrível que pareça um mapa mental pode até evitar acidentes de carro. Quando uma idéia não consegue expressão de alguma forma, ela fica na cabeça colocando o corpo no piloto automático.
Um amigo policial relatou vários casos de acidentes de carro que aconteceram porque o motorista estava pensando na solução de seus problemas e simplesmente furou o sinal.
Como fazer um mapa mental
Mapas mentais partem de uma idéia central, a qual é desenhada. A partir dela são irradiadas as informações relacionadas, representadas por uma palavra chave e/ou imagens. Simples assim.
Eles podem ser feitos com:
Softwares especializados em mapas mentais
Desenhados a mão com canetas coloridas
Alguns especialistas não gostam dos softwares para criar mapas mentais.
O contato com texturas, cores e a aplicação dos desenhos manualmente colaboram para que os dois lados do cérebro funcionem, ampliando a capacidade criativa e memorização.
Mas nada impede a confecção de um mapa mental manualmente e a posterior aplicação no software para melhorar a apresentação em reuniões, por exemplo.
Sendo assim, alguns defendem a idéia que mapas mentais desenhados a mão funcionam melhor para aprendizagem e os mapas mentais feitos em softwares devem ser aplicados para ensinar ou transmitir informações.
Softwares para fazer mapas mentais
Há uma grande variedade de softwares para fazer mapas mentais, tanto on-line como off-line, pagos ou gratuitos. Todos com a mesma finalidade. Criar, compartilhar, armazenar e ampliar idéias.
Segue abaixo alguns exemplos de imagens e aplicações para os mapas mentais. Como você pode ver, eles podem ser usados para virtualmente qualquer coisa.
O maior mapa mental do mundo (imagem acima)
Mapa mental sobre exercícios de relaxamento e estresse
Mapa mental dos famosos com Dislexia (imagem acima)
Mapa mental das características de pessoas com Dislexia
Aprimorar suas técnicas de negociação pode ajudá-lo na empresa e também em áreas adversas da vida pessoal. Aprender sempre, é a fórmula para os com habilidades inatas tornarem-se ninjas da negociação.
Assim que aprendemos a falar começamos também a negociar. É uma característica do comportamento humano, onde quem o faz bem, alcança rapidamente seus objetivos e as técnicas de negociação ajudam os não tão habilidosos a entrar no jogo.
Para os que já tem o dom natural, ou como dizem os palestrantes - dominam a arte da negociação, há um ganho ampliado. Basta que aprendam as técnicas de negociação certas e receberão novas armas de ataque, além de uma armadura blindada no campo de guerra.
A frase manjada sobre o assunto negociação, costumeiramente é:
A melhor maneira de conduzir uma negociação de sucesso é fazer com que todas as partes fiquem satisfeitas ao fechar um acordo. Autor desconhecido.
Ok, essa é a maneira politicamente correta de explicar as coisas, mas no mundo real existem técnicas terroristas de negociação que usarão contra você. Entender apenas o lado bom da força fará com que suas tentativas sejam destroçadas logo no primeiro minuto.
Hoje escreverei sobre os dois tipos de negociação: negociação do bem e negociação do mal. Meu intuito é que você aplique as boas técnicas, porque assim, manteremos um campo de jogo mais ético com o tempo. Quanto mais usar melhor.
10 técnicas de negociação para praticar
Há muitas idéias aplicáveis no campo da negociação, mas as dez listadas logo adiante são as mais importantes (do meu ponto de vista) e caracterizam um excelente começo.
Considero estas as mais importantes porque foram as que mais me trouxeram resultado. Meu campo de batalha é disputado e conhecer todas as técnicas não foi mais importante que conhecer as técnicas certas.
Aproveite:
Conhecer o objeto da negociação. Aprenda tudo e um pouco mais sobre o produto, preços, tamanho, forma, peso, etc… Informe-se sobre as especificações técnicas, sobre os valores percebidos e agregados. Saiba o que outras pessoas acham dele e pesquise o campo adjacente como fatores ambientais e logísticos que podem estar envolvidos.
Fazer uma lista de interesses. Quais são os interesses envolvidos na negociação, tanto seus como os da contra-parte. A formulação dessa lista poderá trazer-lhe insigths das melhores abordagens, e pontos delicados a serem tratados. Também ajuda a fazer uma reflexão mais profunda e estar psicologicamente preparado.
Controlar as emoções. Nunca deixe uma negociação se transformar em briga. Não fuja dos seus reais interesses e da busca por consenso. Antecipe quais pontos podem provocar reações emocionais em você e na contra-parte, para não ser surpreendido na negociação, pois seu comportamento influencia no resultado.
Não falar demais. Estar muito bem preparado pode transformar-se em uma armadilha, caso você deixe escapar informação valiosa que talvez o outro não tenha pensado. A ansiedade pode fazer com que a antecipação do movimento adversário funcione a favor dele. De tempo e só mostre seus argumentos caso seja realmente necessário.
Escutar com atenção. Influencie fazendo perguntas, não fique fazendo afirmações. Se você já sabe quais são seus interesses e objetivos deixe que o outro lhe diga a solução. Isso não significa que você está sendo conduzido. Na verdade quem conduz uma negociação é quem sabe perguntar e escutar. Pergunte estratégicamente e escute com atenção.
Mirar no coelho, acertar no elefante. Nem sempre o objeto da negociação é o que aparenta ser. Se quiser comprar uma fazenda, negocie pelo valor do lindo rio que há nela e não pela jazida de diamantes que você sabe haver lá, um exemplo dramático, mas que passa o recado.
Ser flexível. Esteja preparado para abrir concessões. Quando você conhece os interesses de seu adversário fica mais fácil abrir concessões que ofereçam valor para ele, e você ficará surpreso em perceber que muitas vezes, o valor que o outro sente do objeto da negociação não é o mesmo do seu, portanto fica fácil dar o que você não quer mais.
Ser positivo e cordial. Estabeleça um clima de reciprocidade, seja educado e respeitador. Principalmente seja genuíno em suas ações, mostre que você está preocupado em satisfazer os desejos do adversário, desde que bom para ambas as partes. As pessoas estão tão acostumadas a ser mal tratadas que isso pode desestabilizar o outro.
Lembrar que dinheiro tem outros nomes. Às vezes a contra-parte é irredutível quanto a negociação de preços, mas o lucro pode vir de outras fontes como produtos em promoção, reinauguração, enxoval, inserção em tablóide, troca, brinde, patrocínio, cortesia, verba, indenização de encalhe, exclusividade, ser o primeiro a receber lançamento, etc…
Saber esperar. Algumas negociações levam dias e as pessoas blefam. Certa vez pedi um desconto impraticável a um supervisor de vendas que estava treinando um vendedor. Ele precisava fazer bonito e negou, negou e negou. Ok então, esperei enquanto ele nos deixava. Quando chegou na porta da loja e viu que eu o deixaria mesmo ir embora, voltou e me deu o desconto.
10 técnicas de negociação para se precaver
As técnicas terroristas ficam por conta do planejamento e criação de suas defesas. Saiba onde poderão te atacar e esteja preparado. Suas chances de sucesso serão muito maiores.
Se for menor de 18 pare de ler agora:
Não ser simpático. Tratar o outro secamente e nunca sorrir. Olhar várias vezes para o relógio, ser ríspido, mas continuar dizendo que é parceiro e está comprometido com o consenso. Interromper o outro várias vezes, fazer tisc, tisc, tisc enquanto acena negativamente com a cabeça. Sair da sala, atender o telefone enquanto negocia.
Nunca ficar satisfeito. Nunca aceitar a primeira oferta, nem a segunda. Quando oferecerem uma terceira oferta dizer que dá pra fazer melhor. Ficar indignado com a falta de margem de negociação que o outro tem.
Judiar dos novatos. Fugir do vendedor organizado, inteligente e esclarecido. Gastar o tempo apenas com vendedores novatos, que estão precisando provar eficiência ou que têm medo de sair sem conseguir fazer a venda.
Mentir e confundir. Dizer que o concorrente tem preço melhor, está mais bem preparado que vai comprar um lote grande com os preços e condições do concorrente. Acenar grandes compras para ver até onde pode chegar, depois diminuir a quantidade a ser comprada.
Desestabilizar o outro. Exigir coisas impossíveis ameaçando romper a negociação a qualquer minuto, marcar horário e não cumprir, passar outro vendedor na frente, ameaçar tirar os produtos dele de linha, expulsar o repositor ou promotor da loja, não dar tempo para o outro se decidir, fazer cálculos mesmo que falsos.
Repetir objeções. Ficar repetindo as mesmas objeções até conseguir desconto, vencer pelo cansaço. Forçar a barra ao limite, perder tempo do vendedor. Fingir começar a concordar com a contra-parte e começar novamente a repetir as mesmas objeções.
Usar o vendedor ‘esperto’. Se perceber que o vendedor é daqueles que tenta olhar preços de produtos no sistema, mudar os preços ou mostrar uma tabela falsa na tela do computador. Deixar que ele veja escondido como a última compra foi com preços baixos, forçar até a contra-parte parar de dar descontos definitivamente.
Falar com o superior. Ameaçar falar com o supervisor de vendas, se não conseguir descontos entrar mesmo em contato com o supervisor e pressionar, mostar que tem contatos importantes e que é influente, aterrorizar o vendedor.
Pedir mais. Se o desconto vem facilmente, considerar que ele já podia ter sido dado desde o início e pedir mais, se o vendedor ligar para o superior e conseguir algum desconto, pedir mais e se conseguir novamente, pedir mais.
Não ter dó. Caso o vendedor estiver em desespero, entrar em pânico, começar a chorar ou ficar branco, continuar pressionando. Se a contra-parte passar mal, dar um anti-ácido para poder continuar pressionando sem parar e sem pena. (cruzes)
ATENÇÃO: Vou repetir, não pratique as técnicas de negociação acima. Isso é o que fazem na prática, é o jogo dos maus. Saiba que mais cedo ou mais tarde vão usá-las contra você e até outras ainda piores que não tive coragem de publicar aqui.
Se quiser praticá-las já vou avisando que nunca conseguirá bons fornecedores. As técnicas de negociação do lado negro podem ser usadas em sua defesa, apenas denuncie o praticante.
Diga que você sabe que o outro está fazendo, colocar a estratégia alheia em evidência também é…
O cartão de visita é uma ferramenta, que se bem utilizada, pode, além de iniciar conversas, facilitar negociações. Não deixe que ele se torne apenas uma manifestação artística.
O Cartão de visita tem um importante papel no marketing pessoal e empresarial. Ele é o agente responsável por causar a primeira boa impressão e em segunda instância, funcionar como memória de curto e longo prazo, se bem cuidado e devidamente arquivado.
Em todo encontro social, evento ou solenidade o cartão de visita está presente, servindo de ponto de contato e troca de informações pessoais. Porém, apenas carregar seus cartões e distribuí-los por aí não basta para que ele cumpra plenamente seus objetivos.
O cartão de visita é a representação gráfica do seu contato e para cumprir bem este papel deve desempenhar algumas poucas, mas importantes tarefas.
Um bom cartão de visita deve:
Criar ou manter uma boa primeira impressão
Criar uma âncora (associação) com sua pessoa
Oferecer algum atrativo ou vantagem
Servir de memória para dados importantes
A primeira impressão é a que dura mais
É possível utilizar o cartão de visita como ferramenta para criar ou manter um boa primeira impressão a seu respeito e a respeito de seu negócio. Detalhes subjetivos como o material utilizado, cores, fontes, design gráfico e verniz são os responsáveis por esse efeito.
Materiais. A tecnologia gráfica atual está muito avançada e possibilita (dependendo da gráfica) a utilização de plásticos (PVC), emborrachados, lâminas de metal, esponjas, mini-cds e uma infinidade de outras coisas. Já vi na Internet até gente que imprimiu na casca de amendoim e peças de dominó, mas não vá a este extremo, siga os formatos padrões.
Acabamento. Se o orçamento permitir, crie duas linhas de cartões de visita. Uma direcionada aos supereventos e outra para uso cotidiano. Pense em imprimir em pequenas quantidades cartões focados em um determinado evento, sincronizando fontes e cores. Os recursos são texturas, relevos, cantos arredondados e chanfrados, picotes, recortes, perfurações, tintas e verniz.
Associação do cartão à imagem do dono
Não permita que seu cartão de visita vire apenas mais um, que não lembra ninguém na pastinha de pessoas importantes para você e seu empreendimento. Quem olha seu cartão de visita, precisa lembrar da sua pessoa, mesmo que alguns anos já tenham passado.
Criar a âncora. Termo comum entre os marqueteiros, âncora é a ideia, frase ou jargão que remete imediatamente ao seu correspondente, por exemplo; ‘mil e uma utilidades’ - nem precisa falar do Bombril. Você precisa associar seu cartão de visita com você. Já ouvi histórias de gente que derramou água na pessoa para quem entregou o cartão, arriscado, mas ficou marcada como a moça da água quando essa pessoa vê o cartão dela. Tem gente que entrega o cartão fazendo truques de mágica, outras simplesmente incluem uma foto.
O benefício de conhecê-lo pessoalmente
Pense numa maneira de deixar evidente em seu cartão de visita a vantagem que é conhecer você pessoalmente. Mostre que você não é apenas mais um na empresa, e que um contato direto pode trazer vantagens competitivas. Faça do seu cartão de visita um item cobiçado.
Oferecer um atrativo ou vantagem. Conhecer pessoas importantes já pode ser um atrativo significativo a impulsionar o desejo de ter seu cartão de visita. Mas ainda podemos oferecer mais. Algumas pessoas transformam quem tem um cartão seu em clientes VIPs, basta mostrar o cartão (ou parte destacável dele) e ganha desconto na compra de produtos. Outras fazem de seus cartões verdadeiros ingressos que abrem portas disputadas na empresa. Use a criatividade e faça do seu cartão de visita uma vantagem competitiva.
Seu cartão de visita como memória
A mais elementar - nem por isso menos importante - característica do cartão é a capacidade de armazenar dados e funcionar como memória de curto e longo prazo à pessoa que recebe o cartão de visita. Pensando nisso os dados nele inseridos precisam ser friamente calculados.
Dados do cartão de visita. As informações comuns são: nome, título, empresa, telefone, fax, e-mail, endereço na Internet (URL) e logotipo. É importante colocar também uma linha dedicada a informar o que a empresa faz, qual é o produto ou serviço. No meu caso é atacado e varejo de doces. Tenho alguns cartões guardados em que o nome da empresa não tem um significado óbvio e não há nada informando qual é o serviço prestado, simplesmente não sei mais de quem é e porque tenho esse cartão de visita guardado.
Ser diferente. Você não precisa colocar tudo de uma vez no seu cartão, mas evite ser minimalista e escrever apenas o seu nome e telefone. Se ainda assim achar que poucas informações serão mais eficientes para seu caso, certifique-se de caprichar na âncora.
Maximizando as informações. Para não ocupar muito espaço no cartão, você pode por exemplo inserir uma linha com o endereço na Internet onde tem um perfil completo seu, da sua empresa e do serviço que você presta. Esse recurso também pode ser usado para oferecer o atrativo/vantagem como senhas, arquivos para download, créditos, etc…
Formato padronizado. Para seu cartão de visita funcionar como memória de longo prazo será necessário facilitar o arquivamento dele. Sendo assim você precisa seguir os padrões de formato. Existe até uma norma ISO para padronizar as dimensões dos cartões, a ISO 7810. O formato mais comum é 85.60 × 53.98 mm. Pastas de cartões, fichários e scanners levam essas padronizações em consideração.
São boas dicas para quem quer distribuir seus cartões, mas é possível melhorar a forma como você recebe também. Muitos ainda não criam suas âncoras ou esquecem informações importantes.
Nó em gravata pode ser um suplício quando o tempo está curto para ir aquele evento importante. Veja como dar nó em gravata de maneira fácil, super rápida e divertida.
Nó em gravata nunca foi meu forte, sempre me dá um suador danado ficar ajustando o nó enquanto a gravata está no meu pescoço de Mike Tyson, curto e grosso (para não dizer gordo).
Não sou de ficar estudando os tipos de nós em gravata que são possíveis fazer, mas também me recusei a me dar por vencido a fazer um nó simples e acabar comprando gravatas de nó pronto.
Até porque já tenho um monte de gravatas compradas que não abro mão.
Aprendi a fazer um nó de gravata com onze anos. É o mesmo nó que uso até hoje, limpo e funcional. Porém lento e chato de fazer. Resolvi buscar na internet se havia alguma novidade na arte e encontrei dois vídeos absurdos de caras fazendo seus nós.
O cidadão do vídeo abaixo diz fazer o nó em gravata mais rápido do mundo e depois que assisti não duvidei disso, se você bater o recorde dele vale a pena gravar e mostrar.
Mas o quê! Como foi? Realmente, ninguém nem percebe.
Aprender a fazer um nó em gravata assim é alto ganho de produtividade, sem sofrimento. Tudo bem, a Internet provém informação e entretenimento numa cápsula só.
Motivação boa é resultado do diagnóstico e formulação de soluções para seu fluxo de trabalho e deve ser planejada desde o início. Saiba como aplicar técnicas de motivação de maneira sistemática e tenha uma equipe arrasadora.
Já vimos como é importante saber separar os tipos de motivação a fim de não esperar os resultados errados da aplicação delas. Resultados que duram pouco, quando o que queremos é manter a motivação de nossas equipes de trabalho sempre em alta.
No artigo anterior aprendemos que tentar aplicar técnicas de motivação aprendidas aqui e ali, sem entender muito bem o que está fazendo, pode na verdade desmotivar todo mundo. E que um recurso prático é catalogar estas técnicas em duas categorias; motivação e movimento.
Dessa forma é possível modificar o ambiente de trabalho e aumentar a qualidade de vida dos envolvidos de maneira sistemática e planejada, com conceitos humanos.
Usando esta estrutura motivacional fica fácil alimentar-se de técnicas práticas de motivação, conseguidas através de consultoria paga e/ou comunicando-se com grupos empreendedores. Duas excelentes fontes de experiência. Quanto mais souber, maior seu acervo de técnicas.
Com o tempo, vamos acumulando conhecimento e criatividade suficientes para liderar qualquer equipe, nos mais variados estados de movitação. Entra aqui o jogo de cintura, onde quem domina a comunicação estratégica com maior eficiência, sai na frente.
Um dos objetivos do nosso blog é manter uma comunidade de empreendedores, para troca de idéias (comunicação) de cunho gratuito. Então segue minha colaboração sobre o assunto, com dicas práticas para serem aplicadas com consciência e já separadas em suas categorias.
Dicas práticas de motivação (duradoura)
Alguns especialistas a chamam de motivação intrínseca, outros de motivação emocional. Particularmente, prefiro a segunda definição. A motivação que dura e deve ser aplicada como plataforma constante na sua equipe é a que altera condições emocionais.
Esta motivação está relacionada ao SENTIMENTO e deve ser aplicada com planejamento, a fim de mantê-la como parte das regras e políticas da empresa, ou seja, constantemente.
Cada perfil no seu lugar. Quando contratar ou realocar indivíduos, o faça com base no perfil de cada um. Colocar a pessoa certa no lugar certo motiva e errar nessa análise desmotiva! Por exemplo, destacar o tímido para falar em público e amarrar o vendedor forte e cheio de empatia atrás de uma mesa, com tarefas burocráticas.
Cumprir antes de prometer. Antes de comunicar quaisquer melhorias que forem feitas aos funcionários, sejam elas no imóvel, nos móveis, treinamentos ou nos produtos, qualquer coisa. Garanta a realização. Só comunique quando tiver certeza que será feito. Criar uma expectativa e não cumprir é broxante. Prometer e cumprir rapidamente é motivante.
Avaliar o desempenho regularmente. Crie um sistema simples de avaliação do desempenho dos funcionários, basta listar as tarefas deles e dar notas. Faça uma avaliação particular e outra com o funcionário. Permita que ele próprio se avalie e compare os resultados com a sua avaliação, conversem sobre as discrepâncias assertivamente.
Dar retorno (feedback). O sistema de avaliação pode ser usado como feedback, para informar o funcionário em que pé ele se encontra na empresa. Se estamos satisfeitos ou não com ele, e principalmente onde exatamente ele precisa melhorar. Isso dá ao funcionário uma direção a seguir e objetividade ao gerente ou empresário.
Dar perspectiva de crescimento. É muito importante manter o sentimento de crescimento pessoal. Promova canais de aprimoramento como cursos de línguas, treinamentos em outras cidades (ou países), ajude a pagar faculdade. Utilize o poder de negociação da empresa para conseguir benefícios aos que trabalham nela.
Reconhecer o trabalho bem feito. Parabenizar um funcionário ou equipe pelo trabalho bem feito é necessário, mas você pode ir além. Transmita o reconhecimento do trabalho bem feito aos familiares dos envolvidos. Envie mensagens de agradecimento com cestas básicas para que os cônjuges, filhos e outros parentes vejam que seu funcionário é um cara nota dez.
Criar o céu e o inferno. Há dois tipos de pessoas, as proativas e as reativas. Incentivos funcionam bem para as proativas, mas para as reativas é necessário lembrar que a coisa pode piorar se ela não se mexer. Trabalhe com uma vaga de troca na equipe. Uma vez por ano, substitua o funcionário que não evolui e caiu nessa vaga, dê chance a outros e dispense os que não querem ficar.
Comemorar as conquistas. Se existe o inferno, que é a pessoa não poder mais fazer parte da equipe, então faz-se necessário comemorar quando metas são atingidas para as coisas não perderem o sentido. O sentimento de objetivo atingido, é importante para valorizar as metas estipuladas. Se esse sentimento não existe, então tanto faz atingir ou não metas.
Ofereçer uma reputação a zelar. Quando você reconhece o trabalho do funcionário em público e mostra os efeitos de seus atos e idéias, automaticamente você dá a ele uma reputação a zelar. Ele vai brigar por suas próprias idéias e conquistas buscando manter-se sempre em ação.
Continue explorando, aprimorando e aumentando suas idéias para motivar equipes. Valorize e preocupe-se com o ser humano e não tem como errar.
Dicas práticas de movimento (passageira)
Este tipo de motivação também é conhecida como motivação extrínseca ou motivação cognitiva. Me refiro a ela neste artigo apenas como movimento e está relacionada com a razão, portanto de ordem lógica. Tem resultados explosivos e dinâmicos, mas não duram.
Separe as dicas motivacionais mais parecidas com jogos, que envolvem competição ou pequenas alterações ambientais. As técnicas parecidas com as citadas abaixo podem ser usadas quando os prazos estão apertados, para o cumprimento de metas e devem ser aplicadas com tato.
Mudar cores do ambiente. Amarelo e vermelho estimulam, estressam. Tanto que algumas indústrias até as baniram de ambientes perigosos e obtiveram redução em acidentes, mas podem ser utilizadas em escritórios, call centers, etc… Não é necessário pintar tudo toda vez que precisar de agitação, seja criativo na sua decoração e use cortinas, placas, quadros, tendas etc…
Mudar o aroma do ambiente. Este é outro fator que pode relaxar ou estimular, dependendo do aroma. O interessante nessa técnica é que os que usaram em ambientes junto com os clientes conseguiram motivar vendedores a vender mais e clientes a comprar mais também! Criando um efeito totalmente inesperado, porém também aumentaram a inadimplência. Cuidado.
Som do ambiente de trabalho. Outro recurso ambiental, também comumente utilizado em shoppings. Tipos de música alteram comportamento e no caso dos shoppings são utilizados a fim de dar a sensação que o tempo não passa, aos clientes. Por isso as músicas são suaves e cíclicas, você pode usar o mesmo recurso com suas equipes.
Afastar a negatividade. Absorva os problemas, não deixe nada desconcentrar sua equipe. Em período de estímulo, você deverá cuidar dos pepinos sozinho o máximo possível. Deixe para explicar tudo um pouco mais tarde e compartilhe problemas e soluções.
Estimular a competição. Falo aqui da competição saudável, cuidado. Não coloque um contra o outro, a competição saudável aumenta a sinergia. Um exemplo clássico é a dos atendentes de callcenter que tocam uma corneta toda vez que fecham uma venda, isso comunica aos demais vendedores causando estímulo competitivo.
Criar sentimento de urgência. Isso não significa assediar o funcionário. Apenas deixe evidente em alguma parede a meta estipulada e um cronometro ou relógio bem grande ao lado. Também é uma boa idéia adicionar a este cenário imagens de confetes, bexigas para evidenciar a comemoração assim que a meta for cumprida.
Oferecer prêmios relâmpagos. Não precisa ser um milhão de dólares, sei de histórias de gerentes que usaram até caixinhas de bombom. Diga coisas como – o próximo que solucionar tal problema ou fizer a próxima venda ganha um convite para o teatro, ou cinema, viagem, etc… O prêmio você escolhe de acordo com o perfil do seu grupo e o orçamento, é claro.
Criar impacto antes de começar. Separe as emoções do dia-a-dia da pessoa das que estão por vir no trabalho. Isso pode ser feito com exercícios físicos rápidos ou um pequeno vídeo, tem gente que até contratou um showzinho para fazer chorar de rir. Depois de ter ativado o dorminhoco, acalmado o nervoso, animado o endividado, pode começar.
Agora você já tem uma boa base para começar a colecionar suas próprias técnicas. Criatividade também está valendo se você souber utilizar bom senso, e aplicar técnicas de motivação focadas na qualidade de vida das pessoas envolvidas.
Existe uma linha tênue entre criação de movimento e manipulação. Tome muito cuidado para não cruzar esta linha. Se sua equipe achar que está sendo manipulada ardilosamente (e todos têm um feeling fino para isso) então você está fazendo errado.
Faça com amor e tenha uma equipe motivada
A força da influência social a que todos estamos sujeitos, se aplicada com ética, pode ser uma poderosa estratégia de marketing, capaz de facilitar negócios e alavancar as vendas.
Você já reparou em como lojas vazias tendem a permanecer vazias e lojas cheias tendem a encher ainda mais? Já percebeu que o salão de beleza mais disputado é justamente o que já tem a agenda lotada e filas de espera de semanas, até meses?
Por que milhares de pessoas desejam o celular da moda ou o mais novo notebook de determinada marca? Por causa da qualidade do produto você pode pensar, mas supondo que haja uma disputa entre dois itens de qualidade indiscutível, porque um é objeto do desejo e outro não tanto?
Há com certeza algumas forças capazes de direcionar o desejo de alguns grupos de pessoas e é função do marketing estudar ou bolar estratégias a fim de atingir este objetivo. Este artigo vem evidenciar uma dessas forças básicas do comportamento humano. A influência social.
Não há dúvidas que o comportamento de outras pessoas seja uma poderosa fonte de influência social para um indivíduo. Também é fato científico que a pessoa influenciada por um grupo social, não tem consciência disso e é capaz de negar veementemente.
Talvez, os empreendedores donos de pequenas empresas ainda não tenham percebido o valor da influência social como estratégia de marketingpelo fato de ser difícil identificar os elementos que afetam o comportamento.
Com isso seus empreendimentos acabam sofrendo com:
Promoções e eventos fracos;
Desaparecimento dos clientes;
Produtos encalhados e sem valor percebido;
Dificuldades para abordar clientes e vender mais;
Retroalimentação da concorrência.
Este último é o mais prejudicial, já que se os clientes não estão com você, então estão com a concorrência, ou seja, de certa forma você está ajudando o concorrente a reforçar sua influência social. Se muitos clientes estão indo para concorrência, outros mais ainda se juntarão a ela.
Descobrindo o valor da influência social
As pessoas decidem se algo é bom ou não em determinado momento, observando o que os outros em sua volta estão fazendo. O princípio da prova social pode ser aplicado como estratégia de marketing para influenciar alguém a agir de determinada maneira mostrando-lhe que outros estão fazendo o mesmo.
A prova social é reforçada sob duas condições.
A primeira é a ambiguidade. Se as pessoas têm dúvidas ou estão incertas sobre alguma coisa, elas são mais propensas a olhar para os outros para obter alguma orientação.
A segunda é a semelhança. As pessoas tendem a acompanhar os outros que são semelhantes, por exemplo, que tenham o mesmo objetivo, mesma faixa etária, estejam no mesmo local, etc…
Influência social como estratégia de marketing
Um exemplo comum da influência social é a risada adicionada em programas de TV. Estúdios adicionam riso falso em comédias porque sabem que o público acha a cena mais engraçada do que realmente é.
Durante uma experiência o cientista e pesquisador Stanley Milgram, parou em uma rua movimentada e ficou um minuto olhando o céu. Muitos transeuntes simplesmente desviaram do homem, sem dar ao menos uma olhadinha para checar o que ele via. No entanto, quando o pesquisador adicionou mais quatro homens ao grupo de observadores da imensidão, o número de pessoas que se juntou a eles quadruplicou.
Com base em pesquisas desse tipo, alguns supermercados e atacadistas colocam em seus jornais periódicos o depoimento de alguns clientes satisfeitos para que outros se identifiquem com eles.
Assim conseguem que alguns assumam a seguinte linha de raciocínio:
Se outros iguais a mim obtiveram bons resultados com este fornecedor, então muito provavelmente deve dar certo comigo também”.
Outro exemplo clássico do uso da influência social como estratégia de marketing é a lista dos livros mais vendidos do mês e a pilha dos Best Sellers que toda livraria tem.
Com isso elas podem se dar ao luxo de não segmentar os livros por gênero ou gastar com outras formas de propaganda. Estes livros vendem 40% mais, simplesmente por serem percebidos como os mais lidos.
O exemplo da pegadinha japonesa
A Internet é fundamentalmente uma midia social e você pode virtualmente testar qualquer ideia nela. Porém, por enquanto vou utilizá-la apenas como fonte de informação. O Youtube está recheado de vídeos e casos que comprovam a teoria, e selecionei um vídeo para você, logo abaixo:
Se você gostou desta estratégia de marketing e quer mais aprofundamento ou exemplos de aplicação deixe abaixo seu comentário, impressão ou sugestão e fique atento aos próximos artigos.
Porque alguns empresários desistem de fazer eMarketing antes mesmo de começar e dicas para você iniciar com o pé direito nesse negócio de marketing na internet.
O marketing como o conhecemos existe a muito tempo, desde que o primeiro ser humano fez a primeira negociação o marketing estava lá, tentando convencer pessoas a comprar produtos.
Desde então o marketing não parou mais de mudar e evoluir. Foram criados mecanismos mais eficientes para contar histórias e passar mensagens capazes de fazer outras pessoas assumirem determinado comportamento.
Para pequenos empresários, o marketing tradicional é uma praia segura e de aprendizado quase intuitivo. Empreendedores reconhecem o marketing de relance e são capazes de inovações criativas para explorar ao máximo o potencial de venda que ele oferece.
Mas então acontece o fenômeno da estagnação quando o marketing muda de mídia e se transforma em eMarketing (marketing eletrônico), também conhecido por termos como; marketing na internet, web marketing, marketing online, marketing virtual etc…
Este perfil de empreendedor sofre e acaba desistindo por:
Eu também já passei por isso, e este artigo tem a missão de evidenciar a trilha que descobri, os caminhos que já percorri e os que ainda faltam percorrer. Você pode aproveitar e me seguir nessa viajem, se quiser.
Por que eMarketing deve ser levado sério
Acredito que o eMarketing seja muito importante apenas pela sua caracterítica futurística. Só o estudo de um novo braço evolutivo do marketing já deveria deixar novos empreendedores de orelhas em pé.
No entanto, há outros ótimos motivos para levar em consideração:
Maior retorno sobre o investimento (ROI). Quando implementado corretamente o eMarketing pode exceder e muito o ROI de estratégias de marketing tradicionais. Excelente para pequenas empresas.
A Internet tem a força de um Tsunami. Já temos 65,5 milhões de usuários brasileiros conectados na Internet. Essa massa e a crescente demanda de produtos e serviços não podem passar em branco. A Internet não pode ser ignorada.
O meio online redefiniu o comércio. A Internet alterou a maneira como empresas e clientes interagem. As lojas online têm preços mais atrativos, logística mais avançada e custos mais enxutos. Clientes contam com a força de comunidades para avaliar e comprar produtos.
O eMarketing tem alcance maior. Por natureza, a Internet confere até a micro-empresas alcance mundial, sem que você perca a opção de continuar atuando apenas localmente. Antes do eMarketing só grandes empresas podiam arcar com os custos de marketing com alcance mundial, hoje os pequenos têm a vantagem.
O eMarketing tem escopo maior. Com o marketing na internet é possível alcançar o cliente de muitas maneiras diferentes simultaneamente. eMarketing, inclui entre outras coisas, gerenciamento de informação, relações públicas, serviços ao consumidor, branding, vendas, etc…
Oferece interatividade. Enquanto o marketing tradicional tem comunicação de uma única via, o eMarketing é interativo. O marketing na internet abre um canal de comunicação de duas vias, de fácil adaptação aos critérios de qualquer empresa.
O eMarketing tem impacto imediato. No marketing tradicional há um lapso de tempo grande entre o contato com o possível cliente e a ação da compra. Com eMarketing é possível atingir o consumidor e partir para a ação da venda no mesmo momento.
É fácil de medir e adaptar. O eMarketing tem a propriedade de ser totalmente mensurável e isso confere a capacidade de aplicar melhorias contínuas, colocando suas campanhas num loop de mensurar, analisar e melhorar.
Algumas ferramentas do eMarketing
Assim como eu já fiz, você agora deve estar se perguntando como colocar o eMarketing em prática. Por onde começar a implementar esse novo conceito de marketing.
Depois de muita pesquisa descobri um caminho das pedras, o qual sigo até hoje e ainda não concluí. Algumas ferramentas faltam aplicar e testar, outras já estão em nosso DNA.
Veja as ferramentas de eMarketing para você usar na sua empresa:
Blog corporativo. Criar um blog para sua empresa é uma das principais ferramentas de eMarketing. Esta estratégia de marketing também é conhecida como blog marketing e é capaz de atrair e criar relacionamento com pessoas que tenham interesse no seu produto ou serviço. Também ajuda a criar um comunidade cativa.
Website otimizado. Criar um site institucional para sua empresa não basta para tornar-se uma ferramenta efetiva de eMarketing. Seu website precisa ser otimizado para o setor que sua empresa atua e para palavras-chave relacionadas com seu produto ou serviço. Seu site deve aparecer em primeiro para as suas principais palavras-chave, assim como seu blog corporativo.
Hotsites. Lançamentos de produtos e promoções merecem hotsites que são pequenos sites especialmente criados para promover determinado item do seu mix de produtos/serviços. Se bem bolados, podem ser usados como páginas de destino para campanhas do Adwords (links patrocinados).
Campanhas de email marketing. Um plano de eMarketing sem email marketing está aleijado. É uma ferramenta indispensável e criar campanhas de email marketing requer programas especializados que já sugeri para você aqui. Pode trabalhar integrado aos Hotsites e Blogs para captação de leads (emails de prospects).
Campanhas de links patrocinados. Aprenda a usar e invista no Adwords e Yahoo! Integre seus anúncios no Google com seu website, seu blog corporativo e seus Hostsites. Utilize para aumentar a captação de leads de suas campanhas de email marketing.
Redes sociais. Participe das principais redes sociais (Facebook, Orkut, Twitter, etc…). Mantenha seus amigos, parceiros e clientes informados de assuntos que circundam ou se relacionem com seus produtos ou serviços, mesmo os que você ainda planeja lançar. Integre seus endereços sociais com seu Blog Corporativo.
Monitoramento e mensuração. Sem monitorar e mensurar não há como aprender e melhorar seus esforços de eMarketing. Recomendo veementemente que você integre todos seus sites com o Google Analytics. Utilize os dados para novos insights e descobertas sobre seus visitantes.
Google Maps. Testar novas ferramentas é fundamental para fazer eMarketing efetivo. Estude as ferramentas do Google e aproveite os recursos. Fazendo isso, tive a oportunidade de usar o Google Places e obtive um retorno surpreendente. Manter-se sempre antenado nas novidades pode fazer muito bem ao seu eMarketing.
Ferramenta de palavras chaves. Todos os esforços de eMarketing devem ser recheados de textos e conteúdos, mas não pode ser qualquer texto. Você precisa otimizar seus sites para as palavras chaves certas. Utilize a ferramenta de palavras chaves do Google e descubra quais são as suas!
Vídeos e Podcasts. Use e abuse de todos os formatos que estiver ao alcance (Youtube e PodcastOne). Outros formatos ajudam a atrair e integrar comunidades interessadas nos seus produtos/serviços. Relacione-se, crie conteúdo útil as pessoas. Afinal, é pra isso que você tem empresa, para sanar o problema de alguém com um produto.
Loja virtual (e-commerce). Com uma loja virtual é possível efetivar a velocidade do eMarketing. Permita que seus esforços tenham efeito imediato e causem vendas instantâneas. Campanhas de email marketing, hotsites, redes sociais, blogs, etc… deveriam sempre terminar no carrinho de compras da sua loja virtual.
Fórum. Criar um fórum ajuda a desenvolver uma comunidade coesa em torno de um assunto em especial. O forum promove o aprofundamento do assunto a que se propõe e pode além de ajudar a vender, ajudar a comprar também, já que possíveis fornecedores também podem participar e fomentar assuntos.
E-books para download. Produzir e-book e atrelar ao uso de campanhas de email marketing é uma receita infalível para elevar seu eMarketing a novos patamares. Requer estudos e testes, mas assim que você achar o seu jeito é ferramenta sensacional.
Assessoria de imprensa. Todo o seu arsenal de eMarketing deve ter conteúdo e downloads específicos para a imprensa. Mantenha-os informados sobre seus novos produtos e novidades na empresa e prepare-se para virar notícia.
Por enquanto minhas pesquisas me trouxeram até aqui, se você testou outras ferramentas de eMarketing ou tem outras ideias e sugestões, não se acanhe.
Detalhes aparentemente sem importância podem ter grandes impactos na produtividade e eficiência no trabalho. Vamos aprender a valorizar um elemento fundamental na comunicação, o feedback.
A comunicação pode ser tida como a troca de entendimento entre pessoas, e informações entre máquinas. Sem ela é impossível qualquer relação interpessoal dentro ou fora do ambiente de trabalho.
Os elementos da comunicação são:
O emissor e o receptor
A mensagem
O canal de propagação
A resposta (feedback)
O ambiente (ruído)
Todos os elementos da comunicação são igualmente importantes, mas hoje vou falar especificamente de um vilão da comunicação, a falta de feedback. Existem muitas teorias sobre este elemento.
Porém, no momento, vou me referir ao tipo mais simples de feedback. Geralmente expressado por um ok, legal, beleza, entendi, um jóia ou acenar de cabeça.
Mensagem enviada e mensagem recebida
Os e-mails tornaram-se parte integrante da comunicação no trabalho e são peça fundamental para realização de algumas tarefas, que hoje em dia, estão relacionadas à troca de informações importantes ou até indispensáveis para o funcionamento de algumas empresas.
Não é incomum assistir um funcionário cobrando determinado e-mail que deveria ter recebido e a contra-parte responder com um indignado; mas eu mandei! Tenho certeza!
Mensagem enviada não significa que foi recebida. O correto aqui seria enviar um e-mail importante solicitando a confirmação ou feedback. A comunicação entre pessoas refere-se a entendimento da mensagem e encerra-se na confirmação de recebimento, não antes.
O exemplo do e-mail serve para ressaltar uma falha de comunicação que acontece até em uma conversa, pessoalmente. A ferramenta (e-mail) neste caso foi o canal de propagação e não passa de um vetor do que acontece no face a face.
O mau hábito de supor coisas
O princípio do desentendimento está no hábito de supor coisas. Achar que o outro recebeu sua mensagem é o primeiro erro. O segundo, está no ato de quem recebe a mensagem e nunca confirma.
Algumas pessoas são assim; você diz algo, elas recebem a informação, mas não dizem nada. Como geralmente sabe-se que elas entenderam, surge o mau hábito de supor que elas sempre recebem suas mensagens.
Até o dia em que o ambiente (ruído) as impossibilite de ouvir.
Como nunca respondem, você não saberá identificar o momento em que não escutaram. Irá deduzir que entenderam sua mensagem e pronto. Traz o rolo de papel higiênico.
Faça seu ambiente de trabalho mais produtivo simplesmente disseminando a cultura de confirmar todas as mensagens recebidas e pedir a confirmação das que são enviadas. Basta um – Ok.
O bom hábito de confirmar todas as suas mensagens pode até servir de álibi quando esquecerem de passar aquele recado importante. Afinal, não adianta alguém falar que lhe deu determinada mensagem se você não confirmou o recebimento.
Você já sabe, quem não se comunica se trumbica e quem tem boca vai a Roma. Então vamos agora aprender ótimas dicas de como dominar a arte da comunicação.
Acredito que saber se comunicar é fator imprescindível a qualquer um que queira se aventurar pelo mundo do empreendedorismo. A comunicação é visceral para o desenvolvimento humano e empresarial.
Incrivelmente, 80% dos problemas corporativos são provenientes de falhas na comunicação, segundo especialistas. Mas vejo nisso um entrave que transcende o ambiente da empresa.
A comunicação é parte do desenvolvimento humano, que por consequência afeta todo tipo de ambiente onde há convivência entre pessoas.
Talvez, seja possível solucionar problemas de convivência comuns na família, no trânsito, na escola, por exemplo. Basta incentivar e desenvolver o domínio da arte da comunicação no ambiente de trabalho.
Começando por nós mesmos.
Dominando a comunicação
Passar uma mensagem clara e objetiva para o ouvinte de forma eficiente, depende de diversos fatores.
Uma conversa deve ser interessante e agradável. Assim é possível atrair a atenção para suas idéias. No entanto, para uma comunicação eficiente isso ainda não basta. Mostrar entusiasmo e interesse pelo outro também são fatores importantes.
Uma boa comunicação envolve:
Expor objetivos, metas e planos
Adequar a linguagem ao interlocutor
Boa postura e entonação
Ler muito. Saber falar sobre vários assuntos
Falar olhando nos olhos da pessoa
Discordar sem ser desagradável. Use perguntas.
A comunicação não é uma competição. Alguns profissionais acham que devem sempre sair ganhando. Comunicação não é discussão. Nunca critique alguém durante uma apresentação ou diálogo.
Os pecados capitais da comunicação
Vale lembrar que para uma conversa eficiente, menos é mais. A boa comunicação não quer dizer que se deve falar e falar sem parar, mas que deve-se dar mais tempo a ouvir o que o outro tem a dizer.
Evite estes erros:
Ser o dono da verdade
Não ouvir atentamente ao outro
Desconhecer as particularidades dos ouvintes
Falhas de concordância verbal e nominal
Ser chato
Desrespeito social
Subestimar a inteligência da outra pessoa
Usar termos técnicos desconhecidos
Gesticular demais
Tocar fisicamente o outro com frequência
Monopolizar a palavra
Usar frases de duplo sentido
Abusar da ironia
Ter atitudes preconceituosas
Criticar cruelmente e sem função
Grosseria ou agressividade
Arrogância, falar bem de si mesmo
Mostrar superioridade
Envenenar o ambiente com mau humor
Gozações e brincadeiras de mau gosto
Transformando palavras em ímãs
Segundo o consultor Carlos Hilsdorf, três coisas tornam uma conversa cativante: o tema, as pessoas e o relacionamento entre elas.
Assim, a melhor estratégia para uma comunicação eficiente é procurar um tema atraente para falar com pessoas interessantes e estabelecer com elas uma atmosfera agradável de compartilhamento e respeito.
Concentre-se na pessoa e lembre-se de que ela é o assunto preferido dela mesma. Fale em forma de perguntas que abram o caminho para conhecê-la melhor e achar pontos de interesse em comum.
O empreendedorismo pode trazer excelentes resultados para a vida, mas também vem acompanhado de preocupações e ansiedades. Aprenda a controlar as emoções e alcance o sucesso, sem abrir mão da saúde.
Começar um negócio próprio requer um preparo pouco comentado em livros. É preciso suporte emocional. Existem boas literaturas sobre o lado emocional voltado para os enveredados no mercado de ações, mas não para os com iniciativas de empresas.
O assunto traz uma tênue linha com a auto-ajuda, mas foi onde encontrei uma salvaguarda a fim de me manter trabalhando com saúde. Diferente de alguns colegas parceiros e até clientes que sucumbiram perante suas preocupações e ansiedades, falecendo precocemente.
Trabalhar onde os resultados dependem de suas próprias decisões pode sacudir o emocional. Já passei por duas depressões por excesso de trabalho e ansiedade. Fatores propelidos pelo fluxo de caixa, principalmente quando afetado por eventos fora do nosso controle.
Problemas vem e vão. A saúde precisa ficar.
Um empreendedor deve estar preparado para levar pancada se necessário e continuar de pé. Caso contrário a busca constante dos objetivos deixa de ter significado. Concorda? Pensando nisso há abaixo sete dicas simples, mas muito eficazes para alcançar o sucesso sem abrir mão da saúde.
01 – Manter-se ocupado. Procure manter-se sempre em atividade divertindo-se ou trabalhando. Esta é uma das melhores terapias já descobertas para acabar com os aborrecimentos.
02 – Assoprar os grãos de areia. Não deixe que coisas pequenas tornem-se grandes obstáculos para você. Mantenha os pequenos problemas sempre pequenos e acabe logo com eles.
03 – Fazer as contas. Analise as probabilidades dos problemas acontecerem ou não. Não vale a pena criar pensamento catastrófico com problemas que podem remotamente ou nunca acontecer.
04 – Cooperar com o inevitável. Se determinada situação está além do seu controle, não há como modifica-la ou corrigi-la. Assuma rapidamente que assim deve ser e assim será.
05 – Saber quando parar. Analise até que ponto determinado problema merece sua preocupação. Se a situação exigir demais não se entregue e recuse-se a doar mais ansiedade e preocupação.
06 – Deixar o passado passar. Não desenterre seus problemas do passado, nem fique chorando o leite derramado por muito tempo. Ponha um ponto final no que foi e planeje o que virá pela frente.
07 – Passear e namorar. Evite que a preocupação e ansiedade atrapalhe áreas importantes da vida. Jamais permita que uma situação o impeça de se divertir, passear e namorar.
Siga sempre em frente.
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Preocupação e ansiedade: Sete dicas para mantê-las sob controle, 5.0 out of 5 based on 3 ratings
Post escrito por Roberto Machado.
Na(s) categoria(s): Comportamento
Empreender. Você sabe o que é isso?
28092012
Algumas pessoas simplesmente torcem o nariz quando falamos em ser empreendedor. “Não vou sair por aí arriscando meu dinheiro!”, dizem. Outros até dizem ter vontade: “Mas, vou abrir uma empresa de quê?”, perguntam. Alguns simplesmente passam a vida dizendo que devemos ser empreendedores, sem ao menos informar claramente o que é uma atitude ou ação empreendedora.
Pelas características de formação do bacharel em Sistemas de Informação, cujo perfil é definido como atividade meio, as ações que podem ser desenvolvidas como atividades profissionais são muitas, mas antes, deve-se compreender qual a importância do corpo de conhecimento definido para sua formação neste curso e, consequentemente, adquirir o máximo de conhecimento possível em cada componente curricular que fundamentará o corpo de conhecimentos necessários ao bom profissional da área.
São várias as possibilidades para o estudante da área de TI. Um primeiro passo é identificar qual área lhe atrai mais e em que ele deve concentrar mais seus esforços em aprender em profundidade, tanto na faculdade quanto em outros cursos de aperfeiçoamento.
Existem várias histórias para inspirar novos empreendedores, mas uma em particular chama atenção para a área de Computação e Informática: o da jovem brasileira Bel Pesce, que estudou no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), criadora da Lemon e escritora do livro “A menina do Vale”. E ela só tem 24 anos…
Conheça a história da Bel Pesce aqui e baixeo seu livro aqui (gratuitamente), para inspirar-se e tornar-se, quem sabe, um novo sucesso ao empreender as suas ideias. Fique sabendo que empreender não é só criar empresas…
Este post foi escrito após uma indicação do ex-aluno do curso de Sistemas de Informação, @marcioamarall, hoje morando na cidade de São Paulo e com ótima visão de mercado e da vida
Boa leitura!!
Computador é capaz de interpretar emoções e ler lábios
Máquinas reproduzem emoções humanas, no entanto, poucas são capazes de interpretá-las com precisão Foto: Getty Images
Um computador está sendo ensinado a interpretar emoções humanas baseado em um padrão de posicionamento de lábios, segundo pesquisa publicada no International Journal of Artificial Intelligence and Soft Computing. O sistema pode aprimorar a maneira como interagimos com computadores e até permitir que pessoas com deficiência utilizem dispositivos de comunicação eletrônicos, como sintetizadores de voz, de um jeito mais eficiente.
O sistema desenvolvido utiliza um algoritmo genético que melhora mais a cada interação de forma a coincidir as equações à detecção da forma da boca humana - e suas diferentes expressões. Foram utilizadas fotos de diversos indivíduos para treinar o computador no reconhecimento das seis emoções mais comuns ao ser humano: alegria, tristeza, medo, raiva, nojo, surpresa. Cada lábio é analisado como uma parte diferente.
"Nos últimos anos, houve um crescente interesse na interação entre humanos e máquinas, especialmente na área de reconhecimento das emoções humanas através das expressões faciais", explicou a equipe responsável pelo projeto. Pesquisas anteriores tornaram possível ao computador recriar as expressões faciais humanas digitalmente. O processo inverno - de interpretar as emoções -, porém, ainda era um problema enfrentado pelos cientistas.
Ainda em desenvolvimento, a máquina não consegue reconhecer outras partes do corpo envolvidas em um sorriso, por exemplo, e assim é incapaz de atribuir veracidade às emoções analisadas. A leitura labial do computador, em estágio mais avançado, pode ser utilizada por pessoas com dificuldades para falar, já que não se baseia na voz para funcionar.
Nasicdo em Londres, Reino Unido, Moggridge se mudou para o Vale do Silício nos anos 70.
Em 1982, como encomenda para a empresa de computadores Grid, projetou um computador portátil cuja tela fazia as vezes de tampa, se fechando sobre o teclado. O computador Grid Compass é considerado o primeiro laptop da história.
O computador não aceitava disquetes nem tinha HD integrado. Mas sua carcaça de magnésio acabou sendo adotada pela NASA e pelo exército americano. Um computador igual ao inventado por Moggridge podia ser encontrado a bordo do ônibus espacial Discovery, em 1985.
O último emprego de Moggridge era diretor do museu de design Smithsonian Cooper-Hewitt.
Porque nem sempre é fácil declarar uma boa missão e visão e como fazer com que elas funcionem para além de direcionar, também impulsionar sua pequena empresa.
Mesmo empresas de grande porte, ainda são fundadas e funcionam sem uma missão e visão, ou simplesmente têm sua missão e visão declaradas as pressas, com a empresa funcionando enquanto navega a deriva.
Apesar de parecer tarefa fácil, declarar a missão e visão requer uma profunda imersão filosófica sobre o que a empresa e os que nela trabalham realmente se propõem a fazer, além do óbvio.
Quando não há um verdadeiro entendimento do que são a missão e visão da empresa, surgem declarações fracas como:
A missão da nossa empresa é gerar lucro
Trabalhamos em busca do sucesso sustentável
Ser a empresa número 1 do nosso ramo
Atingir excelência com produtos de qualidade
Estes são exemplos de missões voltadas para dentro, estão mais próximas do que seria a obrigação do que a missão. São missões egoístas, que não conseguem envolver e nem recrutar ninguém.
Porque se preocupar com missão e visão
A missão e visão da empresa não servem só para colocar num poster bonito no hall de entrada. Elas servem para estabelecer quem são as pessoas que constroem a empresa.
A empresa não é só um CNPJ, é também um conjunto de CPFs que deverão compartilhar de um sentimento, uma vontade comum.
Quando você contratar alguém deve esperar que essa pessoa, além de possuir as qualificações necessárias para o cargo, também compartilhe da missão e visão da empresa.
Agrupando essas pessoas é que se torna possível:
Criar e desenvolver uma cultura forte para empresa
Harmonizar os esforços e criar sinergia
Produzir algo realmente revolucionário
Como é viver sem uma missão e visão
Se a empresa não tem a missão e visão declaradas, as pessoas que nela trabalham começam cada um a impor, ativa ou passivamente, suas próprias missões e visões pessoais. O problema disso é que cada um pensa de um jeito diferente do outro e assim você consegue:
Pessoas brigando e discutindo sobre como fazer as coisas
Produção sem valores de prioridade (qualquer coisa serve)
Pessoas tristes por não seguirem seus próprios princípios
Há momentos numa empresa em que os funcionários precisam fazer alguma coisa em detrimento de outra. Quando a dúvida surgir eles não terão uma missão e visão em que justificar suas decisões.
Assim, qualquer decisão vai servir e esse é o primeiro passo para um produto medíocre, um serviço mais ou menos, uma empresa que “sobrevive” e toma anos de vida do empreendedor.
Detalhando a missão e visão da empresa
É preciso entender muito bem o que são a missão e visão para fazer a declaração. Tá cheio de definição de missão e visão por aí. Vou concatenar e simplificar as definições de Andrade (2002), Porto (2008) e Jesus (2008) pra gente analisar mais fácil.
A missão deve:
Satisfazer uma necessidade do ambiente externo
Não deve simplesmente oferecer um serviço ou produto
Representar a razão de existência de uma organização
Abranger o propósito básico da organização
Transmitir valores a funcionários, clientes e fornecedores
Estar ligada não somente ao lucro, mas ao seu objetivo social.
Nortear os objetivos financeiros, humanos e sociais da organização
A visão deve ser:
A situação futura desejada a longo prazo
Uma meta ambiciosa
Um guia para a definição dos objetivos
O sonho da organização
O futuro do negocio e onde a organização espera estar
Um conjunto de convicções para onde deve seguir a organização
Um guia de como serão tratados os recursos materiais e humanos
Percebeu? Para dificultar um pouco mais, a missão e visão devem ser declaradas sucintamente, de preferência em um único parágrafo.
Como declarar a missão e visão da empresa
Eu pensei e pensei para conseguir extrair a missão e visão da minha empresa. Escrevi várias vezes e não ficava satisfeito porque algo parecia que estava faltando.
Os pensadores da administração dizem que você deve transmitir, através da sua missão, os valores da empresa a funcionários, clientes e fornecedores para que estes a sigam.
Só que tem perfil misturado nessa turma e não dá pra pensar numa missão para comunicar a clientes.
Funcionários e fornecedores são pagos. Isso facilita muito para que eles assumam a missão da sua empresa, afinal, como está escrito no dicionário, a missão também é: Uma função ou poder que se confere a alguém para fazer algo; um encargo, uma incumbência, uma obrigação, um dever a cumprir.
Um cliente não é pago para receber de bom grado uma obrigação, um dever a cumprir. Para o cliente a missão da empresa precisa soar como uma causa. As pessoas aderem a uma causa por vontade própria, por afinidade e semelhança.
Se a missão e visão da empresa movimentar e recrutar seus clientes, além dos funcionários e fornecedores que são pagos, você com certeza aumentará muito as chances da sua empresa crescer sem parar.
Mais um detalhe que não pode passar em branco.
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Post escrito por Roberto Machado.
Na(s) categoria(s): Geral
Novos displays transparentes da Samsung podem transformar o mundo da propaganda
Ideia da empresa é possibilitar novas experiências nas lojas, além de permitir a criação de comerciais e promoções também inovadores. Por Lucas Karasinski em 28 de Agosto de 2012
A tecnologia de telas transparentes que vem sendo desenvolvida pela Samsung está cada vez mais próxima de chegar ao mercado. Os displays, que têm taxas de transparência de até 20% e devem ser focados na criação de ações publicitárias, se mostram realmente impressionantes e serão exibidos ao público na IFA 2012.
O primeiro deles é a tela Samsung UD22B, que tem 21,6 polegadas e aspecto 1:1. Ou seja, o produto tem formato quadrado, algo bem diferente do usualmente utilizado, como o tradicional 4:3 ou, então, o atualmente popular widescreen 16:9 usado nas televisões modernas.
Além de a tela ser transparente, outro diferencial do modelo fica por conta do fato de que, com ele, você pode criar displays gigantescos, utilizando até 100 aparelhos juntos. Isso, de acordo com a Samsung, com certeza deverá criar um novo nicho na hora de se desenvolver campanhas promocionais inovadoras.
Além disso, na IFA 2012, a companhia deve apresentar outro produto que também usa a transparência como um destaque. Chamado por enquanto de NL22B, o aparelho é uma espécie de case. Na parte da frente, uma tela transparente de 22 polegadas.
O cubo ainda conta com uma estrutura criada em aço escovado e vidro, além de LEDs e som embutido. A ideia, segundo a empresa, é transformar a maneira como alguns produtos podem ser expostos nas lojas, trazendo uma nova experiência totalmente imersiva para os clientes.
No mundo corporativo não são raras as vezes nas quais um profissional é alçado à condição de líder. Problema algum haveria se este profissional almejasse esta liderança, o que pressupõe tenha se capacitado e orientado seus esforços neste sentido. Problema haverá sim se o mesmo passou a líder sem que estivesse atento a esta possibilidade, o que faz pressupor, por sua vez, que ele não tenha se preparado.Um dos primeiros dentre tantos questionamentos que orbitarão a mente do novo líder será sobre qual estilo de liderança adotar.
Neste sentido, enumero as seis principais espécies de líder:
1- o educador (coach), que realiza junto com o liderado de sorte a ensiná-lo;
2- o democrático, aquele ouve e aprende com quem sabe realizar;
3- o liberal, que deixa realizar quem já sabe realizar;
4- o autocrático, que apenas determina o que e como tem de ser realizado;
5- o popular, que é carismático e mantém bom relacionamento com todos;
6- o ausente, ou seja, aquele que não acompanha de perto seus liderados.
Exceção feita ao líder ausente (será que é líder?), todas as demais espécies e características hão de compor o perfil de liderança, pois caberá ao líder buscar o equilíbrio e adaptar suas ações ao liderado, ao grupo e ao momento.Contudo, merece atenção ao líder coach, aquele que desenvolve as competências de seus liderados e permite que cada qual contribua de modo mais eficaz à consecução de um objetivo comum.Este líder, antes de tudo, deverá se perceber como líder e não como chefe -->
O líder, por sua vez, possui objetivos e uma visão do todo. Ele se comunica, é centrado no cliente e no resultado, desenvolve e orienta seus subordinados, critica as diretrizes e sugere alternativas e, mais do que leal, é comprometido com o valor dominante; é inovador e empreendedor.O líder-treinador (coach) age sobre o liderado para que suas capacidades se desenvolvam e se exteriorizem e, para tanto, vale-se de treinamento (coaching) que, em brevíssima síntese, nada mais é do que um processo integrado por atuações voltadas ao auto-desenvolvimento, por meio do qual o líder desenvolve as competências de seu liderado e o orienta de forma a mantê-lo sempre alinhado e congruente com suas metas e seus objetivos.
O verdadeiro coach apresenta as seguintes características técnicas e conhecimento de habilidades:
1- Utiliza a disciplina como motivação e estímulo: os outros são o fim; os objetivos e metas formam junto com o resultado o seu corolário; ele utiliza muito o recurso de reuniões e procura e valoriza muito a sinergia; delega, orienta e reconhece;
2- Estimula o feedback: tem o desempenho como resultado, transforma os erros em aprendizado e promove o desenvolvimento;
3- Conserva a habilidade de ouvir e considerar: ele respeita e reconhece as ações de seus liderados (seu fim), canaliza os conflitos na direção do crescimento, usa a crítica como ferramenta e incentiva o trabalho em equipe.De fato não há mais espaço para àqueles chefes ortodoxos e burocráticos, pois o mundo corporativo anseia por verdadeiros líderes que, além de fazerem a diferença na busca de melhores resultados, são capacitados para o coaching.
Estes profissionais são muito valorizados, sobretudo por conservarem a capacidade de transformar as pessoas e o mundo à sua volta, extravasando a mesmice da qual muitas empresas são reféns.Mais do que agente desta mudança, ao coach compete disseminá-la, preparando seus liderados para que desenvolvam suas competências e garantam a continuidade - e também disseminação - da criticidade e de uma cultura corporativa diferenciada e produtiva.
E você? Está preparado para ser um verdadeiro líder coach ou continuará a ser o chefe de sempre?
Fernando Borges Vieira atua no ramo do direito empresarial preventivo e contencioso. É sócio do escritório Manhães Moreira Advogados Associados, onde coordena as áreas de Inteligência das Relações de Trabalho e Comunicação Corporativa.
O banco do futuro se torna realidade
Itaú Unibanco e Bradesco inauguram na próxima semana em São Paulo agências que incorporam as últimas novidades em tecnologia
24 de agosto de 2012 | 20h 18
Hugo Passarelli, de O Estado de S.Paulo
SÃO PAULO - No banco do "futuro", a presença de papel será raridade e aparelhos como iPhone e iPad terão presença constante. A ideia é educar o cliente para o uso de meios digitais em procedimentos corriqueiros, como um pagamento ou conferência de saldo. Por trás disso, está a ideia dos bancos de transformar as agências numa espécie de butique financeira.
A materialização dessas ideias tomará forma na próxima semana, quando os dois principais bancos privados do País, Itaú e Bradesco, inauguram agências conceito em São Paulo.
Ao justificar o projeto, os dois bancos assumem que as lojas da badalada Apple foram inspiração. Itaú e Bradesco usam a mesma linguagem para definir as novas agências: executivos definem a nova aposta como "uma experiência high tech, high touch", ou seja, com alta tecnologia e próxima ao cliente.
As duas primeiras experiências serão inauguradas em shoppings da capital paulista. O Itaú abrirá as portas no shopping Villa-Lobos na próxima segunda-feira, enquanto o Bradesco inaugura sua unidade no JK Iguatemi na quinta-feira. As empresas dizem que as novidades são "incubadoras de ideias" que podem ser expandidas para o resto da rede.
Nos detalhes, contudo, as apostas são um pouco diferentes. O Bradesco transformou a agência numa viagem ao futuro, com displays por todo lado, e escalou um robô, o Link 237, para das as boas vindas ao cliente. Os caixas eletrônicos são paralelos à parede, de modo a garantir privacidade ao correntista.
Já no Itaú a aposta é na estratégia adotada desde a fusão com o Unibanco, em 2008: trazer mais informalidade e ar de "lounge" à rede de atendimento. "A agência não tem mesa fixa de gerente - ele vai com o notebook aonde o cliente estiver", explica Fernando Chacon, diretor executivo do Itaú Unibanco.
"Uma das tendências é que as agências se especializem de acordo com a região em que atuam. Elas vão atuar por vocação, de atendimento a pessoa física ou jurídica, por exemplo", diz Chacon. "Na agência, há uma prateleira, que parece uma vitrine de joalheria, exibindo os produtos do banco. "Vamos acompanhar a reação do público para ver o que deverá ser multiplicado."
O executivo diz que uma das ideias estudadas é oferecer internet sem fio dentro do banco. No próximo ano, o Itaú deve abrir uma nova unidade nos mesmos moldes no Shopping Ibirapuera.
Investimento. O Bradesco investiu R$ 10 milhões nos últimos meses para desenvolver seu modelo de "agência do futuro". "O negócio bancário não muda. Na hora de discutir um financiamento imobiliário, o cliente vai querer falar com o que ele chama de ‘meu’ gerente", afirma Cândido Leonelli, diretor executivo do Bradesco. Por isso, o banco criou uma sala espelhada no mezanino da agência. Cada vez que um cliente entrar, porém, os vidros ficarão foscos, para manter a privacidade no atendimento.
Bradesco e Itaú terão funcionários que vão ajudar os clientes a conhecer melhor os procedimentos que podem ser realizados por meio de telefones celulares e computadores. "Nosso desafio é conseguir transferir para os meios digitais transações que o cliente achava que só poderiam ter com o gerente", diz Leonelli.
Não por acaso, as operações por meios digitais já se destacam no Bradesco. "Nós incluímos uma função de empréstimo por meio de smartphones sem fazer publicidade. Hoje, já realizamos R$ 10 milhões de empréstimos por mês via iPhone."
As duas instituições não dizem às claras, mas a ideia é tornar a circulação mais restrita aos clientes tradicionais. No Bradesco, não haverá caixas para pagamento de contas. No Itaú, o caixa "físico" será mantido, mas o atendimento será exclusivo aos correntistas.
Poste de iluminação pública 100% alimentado por energia eólica e solar
Cem por cento limpeza
Por GEVAN OLIVEIRA
Empresário cearense desenvolve o primeiro poste de iluminação pública 100% alimentado por energia eólica e solar
Não tem mais volta.
As tecnologias limpas – aquelas que não queimam combustível fóssil – serão o futuro do planeta quando o assunto for geração de energia elétrica. E, nessa onda, a produção eólica e solar sai na frente, representando importantes fatias na matriz energética de vários países europeus, como Espanha, Alemanha e Portugal, além dos Estados Unidos. Também está na dianteira quem conseguiu vislumbrar essa realidade, quando havia apenas teorias, e preparou-se para produzir energia sem agredir o meio ambiente. No Ceará, um dos locais no mundo com maior potencial energético (limpo), um ‘cabeça chata’ pretende mostrar que o estado, além de abençoado pela natureza, é capaz de desenvolver tecnologia de ponta.
O professor Pardal cearense é o engenheiro mecânico Fernandes Ximenes, proprietário da Gram-Eollic, empresa que lançou no mercado o primeiro poste de iluminação pública 100% alimentado por energias eólica e solar. Com modelos de 12 e 18 metros de altura (feitos em aço), o que mais chama a atenção no invento, tecnicamente denominado de Produtor Independente de Energia (PIE), é a presença de um avião no topo do poste.
Feito em fibra de carbono e alumínio especial – mesmo material usado em aeronaves comerciais –, a peça tem três metros de comprimento e, na realidade, é a peça-chave do poste híbrido. Ximenes diz que o formato de avião não foi escolhido por acaso. A escolha se deve à sua aerodinâmica, que facilita a captura de raios solares e de vento. "Além disso, em forma de avião, o poste fica mais seguro. São duas fontes de energia alimentando-se ao mesmo tempo, podendo ser instalado em qualquer região e localidade do Brasil e do mundo", esclarece.
Tecnicamente, as asas do avião abrigam células solares que captam raios ultravioletas e infravermelhos por meio do silício (elemento químico que é o principal componente do vidro, cimento, cerâmica, da maioria dos componentes semicondutores e dos silicones), transformando-os em energia elétrica (até 400 watts), que é armazenada em uma bateria afixada alguns metros abaixo. Cumprindo a mesma tarefa de gerar energia, estão as hélices do avião. Assim como as naceles (pás) dos grandes cata-ventos espalhados pelo litoral cearense, a energia (até 1.000 watts) é gerada a partir do giro dessas pás.
Cada poste é capaz de abastecer outros três ao mesmo o tempo. Ou seja, um poste com um "avião" – na verdade um gerador – é capaz de produzir energia para outros dois sem gerador e com seis lâmpadas LEDs (mais eficientes e mais ecológicas, uma vez que não utilizam mercúrio, como as fluorescentes compactas) de 50.000 horas de vida útil dia e noite (cerca de 50 vezes mais que as lâmpadas em operação atualmente; quanto à luminosidade, as LEDs são oito vezes mais potentes que as convencionais). A captação (da luz e do vento) pelo avião é feita em um eixo com giro de 360 graus, de acordo com a direção do vento.
À prova de apagão
Por meio dessas duas fontes, funcionando paralelamente, o poste tem autonomia de até sete dias, ou seja, é à prova de apagão. Ximenes brinca dizendo que sua tecnologia é mais resistente que o homem: "As baterias do poste híbrido têm autonomia para 70 horas, ou seja, se faltarem vento e sol 70 horas, ou sete noites seguidas, as lâmpadas continuarão ligadas, enquanto a humanidade seria extinta porque não se consegue viver sete dias sem a luz solar".
O inventor explica que a idéia nasceu em 2001, durante o apagão. Naquela época, suas pesquisas mostraram que era possível oferecer alternativas ao caos energético. Ele conta que a caminhada foi difícil, em função da falta de incentivo – o trabalho foi desenvolvido com recursos próprios. Além disso, teve que superar o pessimismo de quem não acreditava que fosse possível desenvolver o invento. "Algumas pessoas acham que só copiamos e adaptamos descobertas de outros. Nossa tecnologia, no entanto, prova que esse pensamento está errado. Somos, sim, capazes de planejar, executar e levar ao mercado um produto feito 100% no Ceará. Precisamos, na verdade, é de pessoas que acreditem em nosso potencial", diz.
Mas esse não parece ser um problema para o inventor. Ele até arranjou um padrinho forte, que apostou na idéia: o governo do estado. O projeto, gestado durante sete anos, pode ser visto no Palácio Iracema, onde passa por testes. De acordo com Ximenes, nos próximos meses deve haver um entendimento entre as partes. Sua intenção é colocar a descoberta em praças, avenidas e rodovias.
O empresário garante que só há benefícios econômicos para o (possível) investidor. Mesmo não divulgando o valor necessário à instalação do equipamento, Ximenes afirma que a economia é de cerca de R$ 21.000 por quilômetro/mês, considerando-se a fatura cheia da energia elétrica. Além disso, o custo de instalação de cada poste é cerca de 10% menor que o convencional, isso porque economiza transmissão, subestação e cabeamento. A alternativa teria, também, um forte impacto no consumo da iluminação pública, que atualmente representa 7% da energia no estado. "Com os novos postes, esse consumo passaria para próximo de 3%", garante, ressaltando que, além das vantagens econômicas, existe ainda o apelo ambiental. "Uma vez que não haverá contaminação do solo, nem refugo de materiais radioativos, não há impacto ambiental", finaliza Fernandes Ximenes.
Vento e sol Com a inauguração, em agosto do ano passado, do parque eólico Praias de Parajuru, em Beberibe, o Ceará passou a ser o estado brasileiro com maior capacidade instalada em geração de energia elétrica por meio dos ventos, com mais de 150 megawatts (MW). Instalada em uma área de 325 hectares, localizada a pouco mais de cem quilômetros de Fortaleza, a nova usina passou a funcionar com 19 aerogeradores, capazes de gerar 28,8 MW. O empreendimento é resultado de uma parceria entre a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e a empresa Impsa, fabricante de aerogeradores. Além dessa, a parceria prevê a construção de dois outros parques eólicos – Praia do Morgado, com uma capacidade também de 28,8 MW, e Volta do Rio, com 28 aerogeradores produzindo, em conjunto, 42 MW de eletricidade. Os dois parques serão instalados no município de Acaraú, a 240 quilômetros de Fortaleza.Se no litoral cearense não falta vento, no interior o que tem muito são raios solares. O calor, que racha a terra e enche de apreensão o agricultor em tempos de estiagem, traz como consolo a possibilidade de criação de emprego e renda a partir da geração de energia elétrica. Na região dos Inhamuns, por exemplo, onde há a maior radiação solar de todo o país, o potencial é que sejam produzidos, durante o dia, até 16 megajoules (MJ – unidade de medida da energia obtida pelo calor) por metro quadrado.
Essa característica levou investidores a escolher a região, especificamente o município de Tauá, para abrigar a primeira usina solar brasileira. O projeto está pronto e a previsão é que as obras comecem no final deste mês (abr10). O empreendimento contará com aporte do Fundo de Investimento em Energia Solar (FIES), iniciativa que dá benefícios fiscais para viabilizar a produção e comercialização desse tipo de energia, cujo custo ainda é elevado em relação a outras fontes, como hidrelétricas, térmicas e eólicas.
A usina de Tauá será construída pela MPX – empresa do grupo EBX, de Eike Batista – e inicialmente foi anunciada com uma capacidade de produção de 50 MW, o que demandaria investimentos superiores a US$ 400 milhões. Dessa forma, seria a segunda maior do mundo, perdendo apenas para um projeto em Portugal. No entanto, os novos planos da empresa apontam para uma produção inicial de apenas 1 MW, para em seguida ser ampliada, até alcançar os 5 MW já autorizados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Os equipamentos foram fornecidos pela empresa chinesa Yingli.
Segundo o presidente da Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece), Antônio Balhmann, essa ampliação dependerá da capacidade de financiamento do FIES. Aprovado em 2009 e pioneiro no Brasil, o fundo pagaria ao investidor a diferença entre a tarifa de referência normal e a da solar, ainda mais cara. "A energia solar hoje é inviável financeiramente, e só se torna possível agora por meio desse instrumento", esclarece. Ao todo, estima-se que o Ceará tem potencial de geração fotovoltaica de até 60.000 MW.
Também aproveitando o potencial do estado para a energia solar, uma empresa espanhola realiza estudos para definir a instalação de duas térmicas movidas a esse tipo de energia. Caso se confirme o interesse espanhol, as terras cearenses abrigariam as primeiras termossolares do Brasil. A dimensão e a capacidade de geração do investimento ainda não estão definidas, mas se acredita que as unidades poderão começar com capacidade entre 2 MW a 5 MW.
Bola da vez
De fato, em todas as partes do mundo, há esforços cada vez maiores e mais rápidos para transformar as energias limpas na bola da vez. E, nesse sentido, números positivos não faltam para alimentar tal expectativa. Organismos internacionais apontam que o mundo precisará de 37 milhões de profissionais para atuar no setor de energia renovável até 2030, e boa parte deles deverá estar presente no Brasil. Isso se o país souber aproveitar seu gigantesco potencial, especialmente para gerar energias eólica e solar. Segundo o Estudo Prospectivo para Energia Fotovoltaica, desenvolvido pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), o dever de casa no país passa, em termos de energia solar, por exemplo, pela modernização de laboratórios, integração de centros de referência e investimento em desenvolvimento de tecnologia para obter energia fotovoltaica a baixo custo. Também precisará estabelecer um programa de distribuição de energia com sistemas que conectem casas, empresas, indústria e prédios públicos.
"Um dos objetivos do estudo, em fase de conclusão, é identificar as oportunidades e desafios para a participação brasileira no mercado doméstico e internacional de energia solar fotovoltaica", diz o assessor técnico do CGEE, Elyas Ferreira de Medeiros. Por intermédio desse trabalho, será possível construir e recomendar ações estratégicas aos órgãos de governo, universidades e empresas, sempre articuladas com a sociedade, para inserir o país nesse segmento. Ele explica que as vantagens da energia solar são muitas e os números astronômicos. Elyas cita um exemplo: em um ano, a Terra recebe pelos raios solares o equivalente a 10.000 vezes o consumo mundial de energia no mesmo período.
O CGEE destaca, em seu trabalho, a necessidade de que sejam instituídas políticas de desenvolvimento tecnológico, com investimentos em pesquisa sobre o silício e sistemas fotovoltaicos. Há a necessidade de fomentar o desenvolvimento de uma indústria nacional de equipamentos de sistemas produtivos com alta integração, além de incentivar a implantação de um programa de desenvolvimento industrial e a necessidade de formação de profissionais para instalar, operar e manter os sistemas fotovoltaicos.
Aproveitando a energia do vento sem o recurso das turbinas eólicas
Está em análise, para o Abu Dhabi, o projeto para a construção de um parque eólico com características radicalmente diferentes dos parques tradicionais de torres eólicas. Em vez de turbinas eólicas, serão utilizadas longas hastes flexíveis de fibra de carbono que balançam por ação do vento, permitindo a produção de energia. Este sistema gera menos ruído e permite um menor espaçamento que o tradicional, o que implica uma diminuição da área ocupada e, consequentemente, uma menor poluição visual.
As hastes em fibra de carbono, altamente resistentes, possuem 55 metros de altura e 5 a 30 cm de diâmetro e estão ancoradas em bases de betão armado. Ao longo das hastes estão empilhados cilindros cerâmicos piezoelétricos que funcionam como elétrodos e que são comprimidos quando aquelas balançam ao vento, gerando eletricidade.
Para maximizar a sua eficiência e permitir a constância de geração de energia, quando o vento é de grande intensidade, parte da energia gerada é utilizada diretamente para bombear água de um reservatório existente no subsolo para um reservatório mais à superfície. Quando o vento é de baixa intensidade, a água é libertada para o reservatório inferior, gerando energia ao atravessar turbinas hidráulicas.
Apesar da quantidade de energia gerada ser comparável à das turbinas tradicionais, o Atelier DNA, criador do conceito, defende que as hastes podem ser colocadas a uma exígua distância umas das outras, permitindo numa área reduzida, gerar grandes quantidades de energia limpa.
Usuários com máquinas infectadas pelo malware DNSChanger devem ficar atentos: na próxima segunda-feira (09/07), o FBI vai desligar os servidores que disponibilizam internet para esses PCs contaminados em um apagão mundial.
O DNSChanger é um vírus que modifica as configurações de DNS dos computadores (Windows ou Mac OS X) e redireciona páginas e resultados de pesquisas dos usuários para sites infectados ou de origem maliciosa. Ele também bloqueia o acesso a links que possam oferecer soluções para limpar a máquina dessa ameaça.
Em novembro de 2011, autoridades americanas prenderam seis homens na Estônia pela criação e disseminação do DNSChanger. Segundo o próprio FBI, o malware atinge computadores em mais de 100 países, incluindo meio milhão de PCs nos Estados Unidos e seis mil no Brasil.
Para encontrar formas de erradicar o vírus, o FBI conseguiu uma ordem judicial para substituir os servidores infectados por novos aparelhos juntamente com especialistas do site DCWG, além de recorrer a uma empresa privada para instalar dois servidores de "limpeza" para combater o malware em máquinas e dispositivos contaminados. O problema é que esse sistema de segurança é temporário e o prazo de validade acaba ao meio-dia de 9 de julho de 2012.
Desde o início de junho deste ano, o FBI tem notificado as vítimas do vírus para que limpem seus computadores e evitem o apagão. A organização americana até disponibilizou um relatório completo sobre o DNSChanger (clique aqui para acessar).
Como saber se seu PC está infectado?
O Facebook e o Google, por exemplo, avisam os internautas com alertas em caso de qualquer site suspeito que possa comprometer a máquina. Na página do DCWG, é possível acessar ferramentas para resolver o problema.
A McAfee também disponibilizou um recurso em seu site para ajudar os usuários, tanto consumidores como funcionários de redes corporativas, a identificar se foram afetados pelo DNSChanger. Para acessar o serviço, siga as instruções:
Clicar no botão "Check Now" (que em português significa "Verificar Agora") para identificar se o computador foi infectado pelo DNSChanger;
Se o computador estiver infectado, você será redirecionado para uma página que oferecerá uma solução gratuita para remoção do DNSChanger e atualizará suas configurações de internet;
Se o computador não estiver infectado, você recebe automaticamente a mensagem em sua tela "Congratulations, you are OK" ("Parabéns! Seu PC está bem") e nenhuma ação adicional será necessária.
É importante lembrar também que ter um antivírus é bom e, sob qualquer suspeita de link malicioso, jamais clique ou permita a instalação de serviços desconhecidos. Dessa forma, você garante um pouco mais de segurança para sua máquina e seus dados pessoais.
Telha de vidro sueca aquece e produz energia solar
A SolTech Energy, empresa sueca especializada em energia solar, criou um sistema de aquecimento exclusivo feito de telhas de vidro, o Solartech.
O objetivo é que esse sistema possa substituir os modelos tradicionais feitos de concreto ou barro. Além da aparência, a tecnologia usa tubos de água ou de vácuo para o aquecimento.
As telhas com fendas de ar são instaladas sobre uma tela preta de nylon. A ideia é que a cor escura absorva o calor e faça o ar circular. Depois, esse ar é direcionado aos acumuladores para aquecer a água.
O Solartech consegue gerar até 350 kWh de calor por metro quadrado. Essa quantidade só varia conforme o ângulo de disposição das telhas, o clima local e a latitude da casa.
São três tipos de sistema de aquecimento: O Soltech Alpha, que consegue aquecer o ar; o Solar Sigma, para aquecer a água; e o Soltech Power, o sistema de geração de eletricidade de células fotovoltaicas.
Segundo a SolTech Energy, todos os sistemas têm a mesma concepção estética e vida útil, mas são adaptados para diferentes aplicações e edifícios. A garantia de funcionamento de todos é de até 40 anos. Portanto, além do custo operacional baixo, em pouco tempo o consumidor deve ter o retorno do investimento.
Baterias em forma de spray serão possíveis no futuro
As novidades não param de chegar, isso é sabido por todos, uma delas diz respeitos as tradicionais baterias. No futuro, elas poderão vir em forma líquida, inclusive, em spray.
As novidades não param de chegar, isso é sabido por todos, uma delas diz respeitos as tradicionais baterias. No futuro, elas poderão vir em forma líquida, inclusive, em spray. Se depender dos pesquisadores da Rice University, de Houston, nos EUA, esse novo modelo não deverá demorar muito para chegar.
Os pesquisadores desenvolveram uma técnica que é capaz de transformar cada elemento de bateria tradicional em uma substancia líquida, assim, podendo até ser usada em forma de spray em várias superfícies.
Conforme a Reuters, com o avanço tecnológico, incluindo a impressão 3D, nanotecnologias e telas flexíveis, no futuro teremos gadgets com designe bem diferente aos atuais. Assim senso, os atuais formatos de baterias de lítio-íon seriam inapropriadas para os novos modelos.
A nova forma de bateria, em forma de spray, foi construída pelos cientistas a partir de finas camadas líquidas que contam com as mesmas funcionalidades que os dois coletores de corrente, o cátodo, o ânodo e os separadores de polímeros que são encontrados em uma bateria convencional. Assim, os pesquisadores conseguiram reproduzir fontes de energia em diferentes tipos de superfícies, como o vidro, cerâmica e aço inoxidável.
Prévia do Google I/O: 9 coisas que gigante de buscas pode apresentar
O Google está se preparando para lançar novos hardwares, softwares e serviços em sua conferência de desenvolvedores anual, o Google I/O, que começa nesta quarta-feira (27/06) nos Estados Unidos. O encontro estava previsto para ocorrer entre 24 e 25 de abril, mas em novembro a data foi alterada para este mês.
O momento escolhido – duas semanas depois da World Wide Developer Conference (WWDC), feita pela rival Apple -, mostra que a competição está bipolarizada entre as duas companhias, cada uma liderando planos no mercado de smartphones.
Desde que começou, em 2008, o encontro do Google é um evento de dois dias. Neste ele, serão três, o que reflete a expectativa crescente da empresa no ecossistema de desenvolvimento. Os I/Os passados serviram para apresentar iniciativas em torno do Android, Chromebooks, Google Music, hardwares da Google TV e Google Wave.
Aqui estão as expectativas de lançamento:
Android 4.1 Jelly Bean. A nova versão do sistema operacional Android a suplantar o Ice Cream Sandwich 4.0 é conhecida como Jelly Bean 4.1. até então, desenvolvedores esperavam que esta seria a plataforma 5.0, mas informações que vazaram sobre o próprio Samsung Galaxy Nexus no Google Play indicam esta numeração. Como consequência, espera-se que a evolução de um sistema para o outro seja menos substancial. A estrela do Jelly Bean deve ser o Chrome para Android, publicado em versão beta recentemente, em fevereiro.
Google Assistente: a companhia disse preparar uma resposta ao assistente pessoal da Apple, a Siri. a companhia já suporta comando de voz no Android e através do navegador, mas reconhecimento de fala não é a mesma coisa que uma interface baseada em inteligência artificial. O Google Assistente, que segundo informações extraoficiais será chamado de Majel, tende a ser algo mais intuitivo do que os serviços atuais.
Tablet Google Nexus. Por ter adquirido uma companhia fortemente orientada ao hardware, a Motorola Mobility, pode-se imaginar que a empresa tem algum interesse em oferecer dispositivos para rodarem de forma intnegrada com o software. O presidente do Conselho de Administração da companhia, Eric Schmidt, disse em dezembro que a Google I/O apresentaria o primeiro do que seria uma longa linha de hardware sob a marca da gigante de buscas: um tablet de sete polegadas feito pela Asus, para ter preço abaixo de US$ 200 (isso, claro, nos Estados Unidos). Agora, qual o motivo de escolher especificamente esse tamanho? Porque as vendas por meio da rede mundial de varejo online Amazon provou haver mercado para essa especificação. Além disso, tablets com este tamanho competem menos diretamente com o iPad, da Apple, que tem cerca de dez polegadas.
Computação em nuvem. A empresa falou por muitos anos sobre a plataforma como serviço (Paas, da sigla em inglês) App Engine. Agora, a companhia aparente estar pronta para dar o pontapé no mercado de infraestrutura como serviço. Recentemente, a companhia redesenhou o site para o App Engine sob o título title Google Cloud Platform. Por que fazer isso se a oferta não estiver em expansão? Notícias de mercado apontam que a empresa deve lançar um competidor da Amazon EC2 até o fim deste ano. Esta seria uma ótima oportunidade para o lançamento.
Google Playbox. A empresa testou alguns hardwares orientados a consumidores, que são chamados de nova geração de dispositivos de comunicação pessoal. De forma a evitar que seus parceiros fiquem chateados, é provavelmente algo que não seja nem um smartphone e nem um tablet. O The Wall Street Journal publicou que se trataria de um dispositivo para streaming de música através de casa, algo como o AirPort Express, da Apple. Tal dispositivo tornaria o Music mais apelativo.
Google TV: a Google TV 2.0 foi apresentada neste ano. Tem um set-top box da Sony e uma televisão da LG. Mas a gigante de buscas precisa de mais para brigar nessa área. não está claro o porquê de a empresa poderia fazer para restaurar a confiança em suas investidas em TV, mas tem de fazer algo. Até mesmo o mais recente parceiro de hardware da empresa, a LG, aparenta ser menos do que comprometido, tendo se juntado recentemente à Phillips para promover a Smart TV Alliance, uma iniciativa que, aparentemente, compete dom o Google. O IT web lembra que a Sony anunciou nesta semana que trará uma Google TV para o Brasil até o fim deste ano.
Project Glass: embora não seja esperado até o próximo ano, o Google pode querer dar aos seus desenvolvedores com uma prévia de seus óculos de realidade aumentada.
Brightly: o engenheiro do Google Mark S. Miller revelou a existência de um ambiente de desenvolvimento baseado em nuvem integrada (IDE), o Brightly, em um post para uma lista de discussão de desenvolvedores em novembro de 2010. A novidade não foi em 2011. Isso mostra que a intenção da companhia é fazer com que a ferramenta continue interna. Porém, se ela fosse disponibilizada para o público geral, a companhia também sairia beneficiada, já que pode ajudar a incentivar o uso de Dart, a alternativa do Google para JavaScript.
Acessórios Android: anunciado no ano passado no Google I/O, o Android Open Accessory Development Kit fornece aos desenvolvedores meios de comunicação sem fio com por meio da plataforma com hardwares externos. Com a conectividade sem fio chegando cada vez mais aos consumidores, como as TVs inteligentes que podem ser comandadas por smartphones e tablets, o Google realmente deveria incentivar seus parceiros a criar acessórios compatíveis com Android.
Galaxy S III, da Samsung, brilha com recursos inovadores
Com monitoramento de olhos e identificação automática de fotos, novo smartphone da Samsung é rival de peso para o iPhone
NYT|
Por David Pogue
Uau. Quando a Samsung quer ganhar, não brinca em serviço.
O novo aparelho Galaxy S III com Android tem vários recursos criados para humilhar o iPhone. É como um lutador de boxe entrar no ringue armado e com colete à prova de balas (nota do editor: o Galaxy S III está disponível no Brasil por R$ 2.100). A pergunta é: a combinação de todas essas novidades cria um aparelho perfeito? Ou o resultado é um “bem bolado” meio sem jeito?
Primeiro detalhe: o aparelho é gigante. A tela de 4,8 polegadas é fantástica para fotos, vídeos, mapas e páginas da web. Mas não dá pra ter uma tela grande sem um corpo também grande. E esse aparelho está mais para uma fita de VHS do que para um maço de cigarros. É o velho dilema: um aparelho maior é melhor quando você está usando, mas um aparelho menor é melhor quando você está com ele no bolso.
Ainda assim, quando a Samsung tomou a decisão de criar um aparelho gigantesco, os designers fizeram um bom trabalho ao criar o corpo do produto. A parte traseira é de plástico com brilho, com cantos arredondados. Ele é superfino (0,8 centímetro, mais fino até do que o iPhone) e é muito agradável de segurar.
A Samsung não chama suas telas de Retina, mas ela na verdade tem mais pixels do que a do iPhone (1.280 x 720 contra 960 x 640). A resolução é quase igual, 306 pixels por polegada contra 326 do iPhone. É uma tela com tecnologia Amoled, com muito brilho e com consumo de energia relativamente baixo.
O Galaxy tem bateria removível e entrada para cartão de memória. Toma isso, Apple! Ele roda a versão mais recente do Android (4.0). A câmera traseira tira fotos de 8 megapixels, apesar de a qualidade não ser das melhores.
Divulgação
Galaxy S III é fino e leve, mas tamanho grande pode incomodar alguns usuários
Recursos inovadores
Mais importante, os designers do aparelho uniram hardware e software para criar vários recursos interessantes e úteis. No iPhone, a Apple provavelmente babaria por alguns desses.
Smart Stay – a câmera frontal do aparelho monitora seus olhos. Quando você desvia o olhar do aparelho, a luz da tela diminui para economizar bateria. Quando você volta a olhar para o aparelho, a tela volta ao brilho normal. Sensacional.
Buddy Shot – o Galaxy sabe de quem são os rostos em uma foto. Quando você tira uma foto de um amigo, pode cadastrar o nome dele no aparelho. A partir daí, sempre que seu amigo sair em uma foto, a imagem é enviada para ele automaticamente.
Direct Call – se uma conversa de texto está ficando muito complicada, basta levar o aparelho ao ouvido. Ele automaticamente liga para a pessoa com quem você estava trocando mensagens.
Tap to top – dê um leve toque no alto do aparelho para voltar ao topo de uma lista.
Tilt zooming – com dois dedos na tela, incline o aparelho em sua direção ou na direção inversa para dar zoom ou afastar imagens, mapas e páginas.
Instant muting – silencie o aparelho simplesmente cobrindo a tela com a mão. Quando o aparelho é colocado com a tela virada para a mesa, chamadas telefônicas são jogadas para caixa postal. Boa sacada.
Palm swipe capture – Salve uma imagem da tela simplesmente passando a mão sobre ela, como se fosse um scanner.
Answering key – é possível atender uma chamada pressionando o botão Home e desligar a chamada apertando o botão On/Off. Sem precisar olhar na tela.
Todos os recursos são opcionais e ativados nas configurações do aparelho.
Reuters
Galaxy S III é aparelho mais poderoso da Samsung
Outra ideia boa e meio maluca são os TecTiles, pequenos adesivos com circuitos eletrônicos embutidos (nos EUA, um pacote com cinco é vendido por US$ 15). Quando o aparelho se aproxima de um adesivo, ele ativa uma das ações pré-configuradas (ligar para alguém, mandar uma mensagem e por aí vai).
Por exemplo, um TecTile colado no seu carro pode ativar o Bluetooth quando você entra nele. Um adesivo na cama pode ativar o alarme. É um recurso divertido e inusitado.
Os pontos fracos
Nem todas as inovações são tão boas assim. Por exemplo, a Samsung promove intensamente o S Beam, que permite transferir fotos e outros arquivos entre aparelhos apenas encostando um no outro.
Infelizmente, a configuração desse recurso é mais complicada do que montar um armário de seis portas. Ambos os aparelhos devem ser Galaxy S III, ambos devem estar ligados e em uso e ambos devem ter os serviços corretos ativados (Wi-Fi Direct e S Beam). Até fazer tudo isso já dá tempo de mandar por e-mail.
Outro exemplo: além dos recursos-padrão de comando de voz do Android, o Galaxy oferece o S Voice, uma cópia do Siri, do iPhone.
Além das funções já conhecidas do Siri (“Ligue para mãe”, “me mostre a localização do restaurante XYZ”, “Qual a altitude do Everest?”), você pode usar o aparelho para abrir aplicativos, ajustar configurações (“Ligue a rede sem fio”), e gravar notas pessoais. Também dá para gerenciar chamadas (“Atender” ou “Rejeitar”), desligar o alarme e até controlar a câmera.
Na prática, porém, é difícil usar o S Voice. O número de frases aceitas é bem menor do que no Siri e, em meus testes, o S Voice simplesmente não funcionou direito.
Eu: Crie um compromisso com Charlie, quinta ao meio-dia.
Ela: Um erro inesperado ocorreu. Tente de novo.
Eu: Desligue o Wi-Fi.
Ela: Qual aplicativo quer abrir?
Eu: Grave minha voz.
Ela: Erro de rede. Tente novamente.
Mais decepções. Não há um botão físico para acionar a câmera. Não dá nem pra usar a tecla de volume, como no iPhone.
E é meio estranho que, após tirar uma foto, o aparelho ofereça atalhos para serviços como Group Cast, ChatON e Flipboard. Opções bem mais comuns, como e-mail e mensagem de texto, ficam escondidas em um submenu.
Getty Images
Galaxy S III é um bom concorrente para o iPhone 4S, segundo o The New York Times
Há três botões iluminados na parte de baixo da tela: Home, Menu e Voltar. Mas, depois de alguns segundos, a luz é desligada para conservar bateria. Agora só há uma faixa preta na tela e você tem que adivinhar onde estão os botões. Rapidamente dá pra memorizar. Mas, ainda assim...
Samsung ou Apple?
Mas essas falhas são realmente mínimas em relação ao todo. O Galaxy S III é um aparelho espetacular, o melhor do mundo Android, disparado. Para muita gente, a pergunta agora é: Samsung ou Apple?
A opção da Samsung é mais personalizável. É possível configurar quais ícones aparecem no topo da tela (Wi-Fi, relógio e por aí vai). Dá pra escolher quais das 40 mil opçõs da câmera vão aparecer na tela. Uma barra revela o consumo exato de bateria de cada aplicativo, e assim por diante.
É claro que com muita flexibilidade vem também complexidade. O aparelho bombardeia o usuário com alertas e avisos. O aparelho praticamente exige um manual para que todos os recursos sejam aproveitados.
Com o iPhone você tem menos controle, mas tem acesso ao ecossistema da Apple: uma loja de músicas, aplicativos e vídeos integrada. Carregadores compatíveis com carros, hotéis e mais. Hardware e software que foram criados em conjunto e funcionam com muita consistência.
Mas, no aparelho da Samsung, você tem rede 4G (nos Estados Unidos), uma tela gigante e recursos bacanas em um corpo fino e elegante. Na galáxia dos smartphones, esse é uma estrela que brilha muito.
O Taichi funciona como um ultrabook comum, com teclado QWERTY, backlit nas teclas e trackpad. Mas ao ser fechado, o computador pode ser usado como um tablet com suporte a caneta stylus.
O computador virá em duas versões, uma com tela de 11,6 polegadas e outro com 13,3 polegadas (a resolução será de 1920 x 1080 pixels).
As configurações são similares. Contam com portas USB 3.0, mini VGA e micro DVI, processador Core i7 Ivy Bridge, 4GB de RAM, armazenamento em drive SSD, conexão dual-band 802.11n e duas câmeras.
Os ultrabooks rodarão com sistema Windows 8, no entanto a versão final do sistema operacional da Microsoft só estará disponível a partir de outubro. A data de lançamento e os preços para o Asus Taichi também não foram revelados.
Mesmo se você tem paranóia, tal não significa que não pode ser espiado, pelo menos na Internet. Se tiver uma saúde de ferro, pelos vistos, é espiado de qualquer modo.
Se tiver dúvidas, basta conhecer a lista de palavras utilizadas pelo Ministério de Segurança Nacional (MSN) dos Estados Unidos (The Department of Homeland Security) para monitorar sítios e redes sociais na Internet.
No sábado passado, o jornal britânico The Daily Mail publicou esta lista, comunicando que o MSN foi obrigado a divulgar este documento após uma exigência da organização de interesse público Electronic Privacy Information Center (Centro Informativo de Proteção da Privacidade na Rede).
A lista, composta por centenas de palavras e frases feitas, é impressionante. Seria difícil imaginar que o emprego de tais palavras como “México” ou “China” por particulares no Facebook seja captado por programas especiais. A lista inclui praticamente todo o Oriente Médio e Extremo Oriente – Iraque, Irã, Afeganistão, Paquistão, Iémen, assim como a Coreia do Norte, Colômbia e Somália.
O princípio de seleção é compreensível: a lista é dividida em tais categorias como “segurança interna”, “segurança nuclear”, “saúde e gripe aviária”, “segurança de infraestruturas”, “terrorismo” e outras. Compreende-se também a presença de expressões e palavras-chave, tais como “bomba suja”, “reféns”, “sarin”, “jihad”, “Al-Qaeda”. Mas ao lado encontram-se palavras do léxico habitual de qualquer usuário pacífico da Internet – “nuvem”, “neve”, “carne de porco”, “químico”, “ponte”, “vírus”…
Pode ficar sob vigilância o autor de um posts sobre o Smart, carro popular na Europa, ou aquele que mencione a história de Caim e Abel. Destaque-se que é monitorizado o próprio termo “rede social”, ligado praticamente a tudo que é utilizado pela rede mundial.
Os peritos do Electronic Privacy Information Center consideram que a lista inclui muitas palavras que podem ter sentidos diferentes, o que ameaça as garantias concedidas pela Primeira emenda da Constituição dos Estados Unidos, que proclama a liberdade de expressão.
O Ministério de Segurança Nacional aceita em certo grau estas críticas. Segundo o secretário de imprensa do departamento, Matthew Chandler, é necessário considerar os algoritmos de programas de pesquisa. Ao mesmo tempo, em entrevista à edição eletrônica Huffington Post, Chandler declarou que a atividade do monitoramento da Internet se encontra na etapa inicial, sendo voltada para prevenir o terrorismo e controlar cataclismos naturais. Por outro lado, o responsável rejeitou liminarmente as suspeitas de o ministério ter utilizado as suas potencialidades para controlar a dissidência. Contudo, a julgar pela atividade do Electronic Privacy Information Center, nem todos concordam com ele.
Ao mesmo tempo, o monitoramento da Internet e das redes sociais seria muito difícil sem a interação com líderes das tecnologias informativas. A Forbs escrevia neste contexto que, pelos vistos, o Ministério de Segurança Nacional tem certos acordos com tais companhias como Google, Facebook, Twitter e outras que permitem obter acesso a alguns programas de computador e controlar a Internet em regime próximo de tempo real.
Entretanto, as maiores companhias dispõem de informações gigantescas sobre os clientes de seus produtos. No ano passado, tornou-se pública uma investigação do Wall Street Journal, segundo a qual o Google e a Apple recolhem, como se verificou, a informação sobre a localização de seus clientes não apenas através de gadgets portáteis, mas também com a ajuda de PC. Segundo a edição, a Apple guarda os dados sobre deslocações de seus usuários através de seus computadores Macintosh ligados à rede Wi-Fi. O Google faz o mesmo através de PC, cujos proprietários entram na Internet através do browser Google Chrome. Como destaca o jornal, as duas companhias declaram que a conservação destes dados é estritamente confidencial e que elas “não têm quaisquer intenções secretas”.
Mas tal significa que de qualquer modo que você é espiado.
Pergunte-se, contudo, qual será a abrangência geográfica de tais potencialidades deste Big Brother, descritas ainda em 1949 no romance de George Orwell “1984”.
Na semana passada, a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, declarou que especialistas invadiram o site da Al-Qaeda no Iémen e lá instalaram sua informação. Esta declaração foi qualificada como o primeiro reconhecimento de que os Estados Unidos efetuam operações cibernéticas. Mas, o importante é envergadura global desta atividade, que não reconhece fronteiras e barreiras linguísticas.
LOGÍSTICA
FedEx compra Rapidão Cometa
A gigante americana, que tem um faturamento de US$ 42 bilhões anuais, anuncia a aquisição da empresa pernambucana
Publicado em 30/05/2012, às 07h48
Do JC Online
Gigante americana comandará a empresa pernambucana
Foto: Scott Olson/AFP
A companhia americana FedEx, gigante de entregas e logística presente em 220 países e territórios, com faturamento de US$ 42 bilhões, comprou a pernambucana Rapidão Cometa, uma das maiores do Brasil na área, com faturamento estimado em R$ 1 bilhão para 2011 e capacidade de atingir 5.300 localidades no País. A aquisição foi divulgada na terça pela FedEx, única a comentar o negócio, ainda que tenha detalhado pouco a compra. Segundo ela, haverá integração dos negócios em um período de 18 a 24 meses.
No comunicado sobre a compra, o presidente da FedEx Express América Latina e Caribe, Juan N. Cento, fala sobre o potencial da economia brasileira e da área de logística. Segundo ele, a aquisição de um dos maiores fornecedores em soluções de logística no Brasil vai possibilitar a oferta de um portfólio mais abrangente no País, incluindo transporte aéreo internacional expresso e serviços de maior valor agregado, como cadeia de suprimentos e soluções logísticas.
Mas as oportunidades não estão apenas em negócios novos. O atual portfólio da pernambucana já enche os olhos. A Rapidão Cometa está à frente de um terminal alfandegado em Suape, com posto da Receita Federal, uma unidade que até o ano passado movimentava 670 mil toneladas por mês. Sem contar os segmentos tradicionais, de transporte expresso e soluções de logística integrada de carga, trabalhando por chão e pelo ar.
A pernambucana faturou R$ 864 milhões em 2010 e, para o ano passado, estimava R$ 1 bilhão.
Do outro lado, o da compradora, os números são ainda mais impressionantes. Tanto assim que a FedEx chegou ao Brasil primeiro pelo cinema, aparecendo em filmes como O Náufrago, com Tom Hanks, onde o protagonista, um funcionário da empresa, fica preso em uma ilha com uma encomenda lacrada e, apesar do isolamento, não viola o pacote.
Essa empresa de classe mundial reparou na pernambucana em 2001, quando ambas fecharam acordo para a Rapidão Cometa ser a representante brasileira da multinacional. Na época, era só um contrato operacional.
Até ali, a FedEx já tinha feito várias aquisições, mas sua grande marca era justamente esse lado operacional, como a entrega em um único sábado de 250 mil cópias de um livro: era o dia de lançamento do livro Harry Potter e o Cálice de Fogo e os fãs esperavam ávidos por seus exemplares, comprados à Amazon, um grande desafio logístico.
Outra sacada foi uma parceria público-privada com o US Postal Service, os "Correios" dos Estados Unidos, consolidando sua posição no mercado norte-americano.
Os anos passaram e, para manter o crescimento forte, a gigante começou as aquisições e a apostar ainda mais alto nos mercados emergentes. Foi assim que, apesar do mundo em crise, ela bateu 13% de avanço em 2011.
A companhia vinha com um olho na Ásia e outro nas Américas. Ano passado, comprou uma empresa indiana e outra no México. Este ano, depois de uma longa preparação, levou uma brasileira.